Festa de confraternização do PV-SP será dia 02 de dezembro

Já está marcada a tradicional festa de confraternização de fim de ano do Partido Verde do Estado de São Paulo. Será no dia 02 de dezembro, a partir das 18:00h e, como em anos anteriores, ela acontecerá no badaladíssimo Bar Brahma Aeroporto, localizado na Av. Olavo Fontoura,  650 – em frente ao Anhambi – no bairro de Santana, São Paulo.

O bar possui 770 metros2, tem um hangar com salão grandioso e repleto de detalhes. Abriga 800 pessoas e é decorado de forma sutil, mas permite alguns excessos como um avião preso ao teto. Dividido em vários ambientes, tem dois palcos e um belo deck com vista para a pista do Aeroclube. A decoração reúne atrativos como imagens antigas da aviação brasileira, concedidas pelo Museu do Aeroclube, e Café da MPB no hall de entrada.

A tradiconal festa dos verdes de São Paulo, que marca o término do ano letivo, é também um encontro para dar o “start” na esperada campanha de 2014. Este ano está confirmada a participação de toda a direção estadual da legenda, além de vários deputados, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e pré-candidatos que também já confirmaram presença.

Qualquer filiado pode fazer sua reserva para participar da festa através do e-mail elisapv@terra.com.br ou através dos telefones (11) 3628- 4300/3628-4333 (horário comercial).

Veja o mapa de como chegar:

http://www.barbrahmaaeroclube.com/#!location/c14xr

Veja o Convite:

convite
Secretaria Estadual de Comunicação
Partido Verde – São Paulo




O índio está dentro de nós

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* Kaka Wera

O índio está fora da política. O índio está fora das novelas. O índios está fora da história. O índio está fora dos livros. O índio está fora dos temas mundiais. O índio está fora do protagonismo social. Quando aparece nos fatos políticos, é como estorvo. Como constrangimento. Quando aparece nas novelas; de décadas em décadas, é como a figuração do figurante que rascunha um estereótipo. Quando aparece na história, fica no meio das paisagens dos pintores seiscentistas. Quando aparece nos livros, é pra registrar que caça, pesca, e nada. Mais nada. Nos temas mundiais, ás vezes surge como inspiração de uma possibilidade remota de um sentimento difuso entre nostalgismo e utopismo natural. Nas questões sociais, ele é uma pedra no sapato do assistencialismo nefasto.

O sociólogo e o antropólogo escreveram centenas de páginas de dissertações sobre o tal índio, inclusive no plural. Mas é bom lembrar que não é o intelectual antropólogo e nem o sociólogo que vai empurrar “o índio” para que seja ouvido, percebido em suas dimensões complexas, em seus espaços complexos. Seja aquele do isolado, aquele da floresta, aquele do urbano, aquele do mestiçado, ou aquele da alma que anseia ser expressada. São as próprias diversidades que devem não mais buscar, mas impor e expor as suas multidimensões. E de certa forma, mesmo que superficialmente, isto está acontecendo nas redes sociais.

Os índios de alma, os índios de coração, os índiodescendentes, os mestiços, os caboclos, muito mais que os simpatizantes e os estudiosos, estão se manifestando. Estão se revelando e estão revelando também suas inquietudes, inquietações. Há um movimento difuso no ar. Há um movimento cafuzo no ar. Há uma ordem cabocla no ar, nas redes, nas rodas de discussão.

Essas falas precisam entrar na dimensão política e esgarça-la; repaginar as novelas, rever a história, renovar os livros e revolucionar os temas mundiais. Protagonizar a vida coletiva urbana, como ancestralmente faziam na vida coletiva tribal.

* Kaka Wera é dirigente estadual do Partido Verde




Lixo e Reciclagem: Eduardo Jorge conversa sobre como Pensar Verde




PV Diversidade Grava Programa Partidário

PV-Diversidade-grava-programa-partidarioO PV Diversidade já gravou a sua primeira participação no programa de radio e TV do PV-SP (propaganda partidária), que irá ao ar, em rede estadual, entre meados e o final de dezembro próximo. A produção da vinheta de 30 segundos, elaborada pelos membros do próprio movimento, foi rodada nas ruas da cidade de São Paulo, conhecidas e frequentadas pela população LGBT.

Na opinião do coordenador estadual do PV Diversidade, André “Pomba” Cagni, a gravação da vinheta demonstra a importância que o Partido Verde tem dado à questão LGBT, o que atesta o constante compromisso da legenda em defesa das minorias. “A presença do PV Diversidade nas inserções semestrais do PV-SP, em rede estadual de radio e TV é, também, nossa homenagem a um dos fundadores do Partido Verde, Herbert Daniel (in memory), defensor das minorias, homossexual, soropositivo e um dos pioneiros ativistas LGBT do país.”

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Partido Verde – São Paulo




Notícias Verdes Planetária de 04.11.2013

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Verdes da Gringa

Notícias Verdes Planetária

Ano I – Nº 9 – Edição eletrônica de 04.11.2013 – Editado e Distribuído por Claudio Turtelli

PV Europeu pede pela libertação imediata dos ativistas do Greenpeace

partido-verde-alemaoSobre a situação que envolve as prisões arbitrárias dos ativistas do Greenpeace pelo governo russo, o eurodeputado e co-presidente do Partido Verde Europeu, Reinhard Bütikofer, argumentou que “o direito ao protesto pacífico é um dos pilares da democracia. A detenção dos ativistas sob a acusação de pirataria é totalmente desproporcional. Tal medida mais parece ser uma tentativa de dissuadir os indivíduos e grupos de protestarem contra futuras perfurações no Ártico, sustando quaisquer medidas de sensibilização aos riscos ecológicos e ambientais de tais empreendimentos. Os Verdes Europeus estão solidários e reforçam o apelo feito pelo Greenpeace para que os seus ativistas sejam libertados. É bom que se diga: para garantir a existência do gelo no Ártico não se deve praticar a exploração econômica impensada de recursos.”

Neste sentido, há uma grande movimentação por partes de organizações e governos no continente europeu. Esta semana o governo holandês anunciou que iria tomar providências legais para garantir a libertação do “Arctic 30“, os trinta ativistas do Greenpeace que foram presos enquanto protestavam pacificamente contra a exploração de petróleo na plataforma Prirazlomnaya Gazprom, diga-se de passagem, localizada fora da costa russa. Mais e mais governos e organizações como a Anistia Internacional, WWF e a Human Rights Watch estão se juntando ao Greenpeace no intuito de libertar os ativistas e resgatar o navio.

No continente americano há também movimentações por parte de pessoas e organizações. No Brasil, por exemplo, a direção nacional do Partido Verde está se mobilizando para lançar um manifesto de apoio e solidariedade que deve ser divulgado pelos seus parlamentares, em primeira mão, nos plenários do Senado e da Câmara dos Deputados. O manifesto, que também deve ser traduzido para vários idiomas (inglês, espanhol, francês, russo, etc…), além dos trâmites protocolares normais, também circulará por todas as redes sociais disponíveis.


Partido Verde cresce na Nova Zelândia

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Os verdes da Nova Zelândia estão comemorando o ótimo resultado conquistado nas últimas eleições regionais de 2013. Conseguiram uma excelente votação na capital Wellington, assim como nas importantes cidades de Auckland, Christchurch, Dunedin e Gisborne.

Cresceram nas duas últimas eleições. Em 2011, conquistaram 10,06% dos votos, tornando-se um partido de oposição no Parlamento, com 14 deputados. Durante as eleições deste ano se posicionaram contra os planos do governo, que pretendia vender até 49% de alguns ativos estatais, incluindo empresas como a Meridian, Mighty River Power, Gênesis Energia e Air New Zealand. Contrapondo, junto com o Partido Trabalhista, os verdes garantiram 327.224 assinaturas para forçar um referendo sobre este assunto, que será realizada no início de dezembro.


Indústria do tabaco contamina Parlamento Europeu

Partido-Verde-Servio-faz-manifesto-em-apoio-a-comunidade-GLBTO Parlamento Europeu votou esta semana uma lei que traz maior controle sobre a venda de tabaco em todo o continente. O Conselho Europeu havia proposto severas restrições, mas o tamanho da advertência (anúncio) nos maços de cigarros foi aumentada para 65% (estava previsto 85%), enquanto a proibição imediata das vendas de cigarros de mentol, considerados mais palatáveis​​, agora será banida somente a partir de 2018.

Os verdes acusaram o Parlamento de estar colocando os lucros da indústria do tabaco à frente da saúde dos cidadãos europeus, denunciando os deputados de centro-direita, que votaram pelo redução das medidas necessárias. “Foi uma votação decepcionante, com a interferência descarada dos lobbies da indústria do tabaco, gastando milhões em hospitalidade e presentes para os deputados. O comitê de saúde pública do Parlamento Europeu votou pela legislação mais severa, com vista a combater o assassino n.1 na União Europeia – o tabagismo mata 700 mil europeus por ano – mas as propostas centrais foram ignoradas. O Parlamento está reduzindo a proteção da saúde pública. Está totalmente em desacordo com o seu papel ostensivo de representar os interesses dos cidadãos.”


Partido Verde faz 3,2 % dos votos na República Checa

Jovem-Verdes-apoiam-a-campanha-das-primarias-do-PV-EuropeuFaltou pouco para os verdes (Strana Zelených) conquistarem seus primeiros assentos no Parlamento da jovem República Checa. Nas eleições de 25 de outubro fizeram 3,2% dos votos para a Câmara dos Deputados, não alcançando o mínimo necessário (5%) para formar uma bancada. Contudo, nas eleições europeias do próximo ano, terão uma ótima oportunidade para se consolidar no cenário político.

A República Checa é um país da Europa Central, limitado ao norte pela Polônia, a leste pela Eslováquia, ao sul pela Áustria e ao norte e oeste pela Alemanha. A capital do país é Praga. É um Estado membro da União Europeia desde maio de 2004. Em janeiro de 1993, a Checoslováquia foi dividida em duas por decisão parlamentar. Desde então, a República Checa e a República Eslovaca (Eslováquia) são dois países independentes.


Verdes lutam contra construção de usina nuclear no Reino Unido

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O Partido Verde da Inglaterra e País de Gales e o PV Irlandês estão fazendo uma forte oposição ao governo do Reino Unido que pretende construir uma usina nuclear em Hinkley Point, área ao sudoeste da Inglaterra que tem vista para o Mar da Irlanda. Contrapondo, os verdes apontam para investimentos em eficiência energética e energias renováveis​​, cujos custos estão diminuindo rapidamente.

Os verdes acreditam que ainda é possível barrar o projeto, que envolve um grande investimento de dinheiro público e poderá ser investigado por desobediência às regras fixados pela União Europeia, relativas aos auxílios de estatais. Recentemente a Comissão Europeia declarou que não tem planos para incentivar os auxílios estatais à energia nuclear ou para torná-los mais fáceis para que os Estados-Membros concedam tal auxílio.


Nova legislação europeia sobre comercialização de sementes é nefasta

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Não é de hoje que grandes grupos econômicos tentam controlar a produção de alimentos. Também não é de hoje que os verdes, em todo planeta, denunciam a transgenia e outras ferramentas usadas para esse controle. Em meados de outubro, o Grupo Verde no Parlamento Europeu, em conjunto com a organização dirigida pela ativista indiana, Vandana Shiva, lançaram uma petição contra a nova proposta legislativa da Comissão Europeia sobre a produção e comercialização de sementes.

Martin Häusling, eurodeputado pelo Partido Verde Alemão, já havia dito que “a proposta da Comissão Europeia é um tapa na cara de todos os produtores que, há anos, se preocupam com a diversidade de espécies na lavoura e no cultivo de legumes e frutas”. Para os verdes, esta nova legislação europeia sobre a “comercialização de sementes” é uma ameaça à segurança alimentar e à democracia.

O problema crucial é que as empresas multinacionais de sementes estão monopolizando o mercado: três quartos das sementes comercializadas e utilizadas pelos agricultores são controlados por estas empresas. A legislação europeia tem o acesso cada vez mais restrito às sementes, uma vez que a agricultura industrial tornou-se o modelo dominante. Somente as variedades de sementes que se ajustam a este modelo industrial podem ser comercializadas. As sementes passam por testes complicados e caros, procedimentos de registro e, seu cultivo, depende do uso de produtos químicos.

Segundo a ativista Vandana Shiva, “esta legislação reduziu drasticamente a diversidade e variedades de sementes no mercado e isso vai se tornar uma ameaça dramática para a nossa segurança alimentar. Nós somos lembrados de que, no espírito de Gandhi, a desobediência civil é necessária, quando as leis minam os nossos direitos, privando-nos dos nossos bens comuns. As sementes são um bom exemplo. Elas são um presente da natureza e o resultado de séculos de trabalho árduo dos agricultores ao redor do planeta, que selecionaram e  conservaram as espécie de sementes existentes. As sementes são fontes da vida e o primeiro elo da nossa cadeia alimentar.”


Verdes ocuparão 10% das cadeiras do Parlamento de Luxemburgo

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O Partido Verde de Luxemburgo (Déi Gréng), conquistou seis cadeiras nas eleições nacionais de 2013, perfazendo 10,1% dos votos. Eles conquistaram assentos em todas as quatro regiões eleitorais do país. Contudo, decresceram, visto que nas eleições de 2009 haviam conquistado sete cadeiras, com 11,7% dos votos.

O partido do primeiro-ministro Jean-Claude Juncker (CSV) conquistou 23 das 60 cadeiras existentes no parlamento. A composição do próximo governo dependerá de negociações entre os partidos para formar uma coalizão. Tanto o CSV, como os socialistas, estão em posição para formar o governo. Para isso irão procurar apoio, incluindo os verdes. Neste sentido, membros da direção do Partido Verde de Luxemburgo alegam que não terão pressa e aguardarão, sem ansiedade.


FONTES DESTA EDIÇÃO: EUROGREENS – DIE GRONEER – GRÖNEER – THE GREENS GROUP/EFA – MILJØPARTIET DE GRØNNE




PV assume prefeitura em Campina do Monte Alegre

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Conforme noticiado neste site, o TSE já havia decidido, ainda em março deste ano, que a candidatura majoritária (prefeito e vice) do Partido Verde em Campina do Monte Alegre (SP) era válida, dado ao fato que toda a acusação de improbidade imputada ao candidato a prefeito do PV, durante o processo eleitoral, havia sido afastada. Contudo, somente na última sexta-feira (25) o cartório eleitoral da Comarca cumpriu a exigência legal de recontagem de votos.

A recontagem durou menos de uma hora e Justiça Eleitoral confirmou que Carlos Eduardo Ribeiro (PV) obteve 1.245 votos válidos. Orlando Donizette Aleixo (PSDB), que até então governava o município, ficou com 1.119. Não cabe recurso da decisão do TSE.
Ainda na sexta-feira (25), Carlos Eduardo Vieira (PV) e Jurandir Baena (PV) estiveram no cartório eleitoral e foram diplomados. A posse ocorreu no sábado (26), na Câmara Municipal de Campina do Monte Alegre.

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Partido Verde – São Paulo




Carta Compromisso de Mairiporã marca Encontro de Gestores Verdes

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Sábado último (19) foi realizado, na cidade de Mairiporã, o I Encontro de Gestores Verdes Municipais do Partido Verde do Estado de São Paulo. A realização foi uma iniciativa da direção estadual, com apoio da Fundação Verde Herbert Daniel e da direção municipal do PV Mairiporã.

Com o objetivo de reunir e aproximar membros da legenda que, de alguma forma, estão à frente das políticas públicas em seus municípios o evento atingiu os seus objetivos.“O resultado do Encontro, por ser o primeiro, foi mais do que satisfatório”, salientou o prefeito de Mairiporã e dirigente estadual, Márcio Pampuri, um dos idealizadores do projeto.

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Além de uma plenária, dois outros ambientes foram formadas para discussão dos assuntos em pauta. Em um dos ambientes se reuniram os prefeitos, vice-prefeitos e secretários de governos municipais e, em um outro, reuniram-se os vereadores presentes. O evento também foi prestigiado por membros da direção nacional e estadual, deputados, coordenadores regionais, presidentes de diretórios municipais e ativistas da legenda que se fizeram presentes.

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As questões organizacionais, tais como a comunicação interna entre gestores, parlamentares e direção partidária, assim como, a criação de instrumentos (virtuais) que possibilitem a ampliação dos debates e troca de informações de uma forma mais rápida e econômica, foram alguns dos temas abordados. A organização do evento, antecipando os anseios já previstos, por intermédio de uma pesquisa elaborada pelos ativistas e dirigentes do PV Mairiporã, editou, publicou e distribuiu um livreto denominado “Guia Gestor Verde”, relacionando os nomes e endereços (telefone e e-mail) de todos os dirigentes estaduais, parlamentares (deputados federais, estaduais e vereadores) e administradores (prefeitos, vice-prefeitos e secretários municipais de governo) em atividade.

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Entre as ações sugeridas pelos participantes estão, por exemplo, a formulação do “Banco de projeto de leis”, que além de possibilitar a oportunidade de troca de experiências entre os vereadores, identifica e qualifica projetos (verdes) que serão genéricos (podem e devem ser usados) à todos os mandatos; o Banco de Ideias” entre gestores, que possibilite compartilhar experiências realizadas nos municípios ou sugerir projetos que tenham viabilidade de serem implementados; o “Banco de Memória” que concentraria, por exemplo, os relatórios de administrações verdes com experiências de sucesso na coleta de resíduos sólidos, coleta seletiva, saúde para todos, entre outros; a “Emenda dos Verdes para os municípios Verdes” priorizando as chamadas “emendas parlamentares”, a que faz jus os deputados do PV (federais e estaduais) em exercício, aos municípios administrados pelos prefeitos verdes, entre outras.

Ao final do Encontro, foi redigido e aprovado um documento (texto abaixo), denominado “Carta Compromisso de Mairiporã” onde os participantes se comprometem colocar em andamento uma série de ações no sentido de tentar uniformizar as boas práticas verdes.

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ENCONTRO DE GESTORES E LEGISLADORES – 2013

CARTA COMPROMISSO DE MAIRIPORÃ

Neste encontro de Mairiporã-SP nós, Gestores e Legisladores Verdes do Estado de São Paulo, renovamos nossos compromissos com os Princípios e Valores do Partido Verde, sem os quais nossas ações se desenvolveriam às cegas e sem um sentido. A ecologia política é o eixo de uma visão sistêmica do planeta e suas interdependências. A democracia e o regime democrático são necessários para a convivência, e o meio ambiente imprescindível para a existência das espécies. A justiça social como meta, com a liberdade de expressão e o respeito à espiritualidade como parte de livre arbítrio individual. A defesa do pacifismo e da não violência é  métodos de solução dos conflitos no plano global e local, com uma visão internacional. O municipalismo e o desenvolvimento da participação da comunidade é linha estratégica de fortalecimento do poder local. O multiculturalismo e a diversidade contra preconceitos, a preservação do patrimônio cultural, fortalecem o papel da cidadania. O saber, a educação é garantia de uma sociedade estável.

Estes valores e princípios orientam nossos compromissos com o Programa e as plataformas e políticas setoriais apontando mudar o atual modelo consumista e o enfrentamento dos eventos extremos derivados das mudanças climáticas. No curto prazo, nós gestores, legisladores, coordenadorias de bacias, pré-candidatos, membros das direções municipais e a Executiva Estadual nos comprometemos também:

    1. A executar em nossos respectivos campos de ação os valores, princípios e programas do Partido Verde, tanto na prática da gestão como na legislação, nas relações interpessoais e comunitárias.
    2. A Executiva Estadual se compromete a promover as relações entre os diversos municípios com base nestes princípios, fomentando o intercambio e atuando como facilitador para o melhor êxito de cada uma destas esferas.
    3. Os gestores e legisladores se comprometem enviar ao responsável da Secretaria de Comunicação da Executiva Estadual as informações sobre as ações e atividades que considerem inovadoras na perspectiva programática, fomentando assim as boas práticas divulgando nas redes sociais.
    4. A Executiva Estadual, Liderança na Assembleia Estadual e Federal, se comprometem a indicar um responsável como ponto de apoio às lideranças municipais, gestores, legisladores para trabalhar, sob a orientação da Executiva, facilitando os encaminhamentos junto aos órgãos públicos, de forma democrática e transparente. Trimestralmente apresentará à Executiva um relatório destas atividades.
    5. Os gestores e legisladores se comprometem a indicar o responsável de suas respectivas áreas de comunicação para a articular às áreas especializadas da Executiva Estadual (comunicação, formação, organização e eventos) para compaginar uma linha comum da estratégia de intercambio potenciando a perspectiva programática dos verdes em cada um dos espaços públicos onde operam.
    6. Os gestores se comprometem a informar sobre suas demandas e obtenção de recursos junto a órgãos públicos e ao setor privado, de forma a favorecer a política pública do conjunto dos gestores verdes.
    7. Os participantes deste encontro  – com o apoio da Executiva Estadual – propõem e se comprometem e estruturar fóruns especializados para a participação orgânica na vida partidária: 1)Fórum dos Prefeitos, Vices e Secretários; 2)Fórum dos Vereadores Verdes; 3) Fórum dos Presidentes dos Diretórios Municipais; 4)Fórum de Jovens e mulheres.
    8. Os verdes sublinham e reiteram seu compromisso com uma economia estável e sustentável  e a defesa da transparência  e respeito na utilização dos recursos públicos.

(Lista dos presentes)

                                                                                Mairiporã, 19 de outubro de 2013.

OS SIGNIFICADOS IMPLÍCITOS NOS COMPROMISSOS DA CARTA DE MAIRIPORÃ
 

* Por Walter Tesch

    1. O PV representa um número significativo de lideranças políticas no Estado:  1) 434 vereadores; 2) 44 vice-prefeitos; 3) 29 prefeitos; 4) 8 Deputados Estaduais; 5) 2 Deputados Federais; 6) Centenas de presidentes de diretórios municipais e dezenas de coordenadores de Bacias; 7) milhares de lideranças que saíram candidatas nas últimas eleições municipais 8) Centenas de pessoas que exercem cargos executivos de secretarias de governo e ou diretorias de gestão pública municipais e estaduais;
    2. Estes números expressam umpotencial” para se transformar em “força política” consistente, visível, capaz de viabilizar na sociedade o projeto da Ecologia política e desenvolver uma mudança de cultura com a sociedade para construir um modelo sustentável é imprescindível. Que o PV construa uma cultura interna que propicie que estas lideranças se organizem e trabalhem conectadas, se transformando de “potencial” em “força política” efetiva;
    3. É necessário que prefeitos, vice prefeitos, vereadores, secretários municipais e presidentes dos diretórios municipais criem mecanismos de comunicação, de encontros, reuniões e participação para troca de ideias e experiências e estas reflitam nas instâncias que decidem o rumo político do Partido
    4. Para que isto aconteça é fundamental que as lideranças municipais (poder local, territorial) contem com uma estrutura de apoio da Executiva Estadual para desenvolver as políticas públicas locais. A “Carta Compromisso de Mairiporã” aponta consolidar este pacto interno institucional.

*Walter Tesch é Secretário Estadual de Formação do PV-SP

Carta Compromisso de Mairiporã marca Encontro de Gestores Verdes

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Inspeção veicular: Eduardo Jorge conversa sobre como Pensar Verde




Gás Xisto: Uma iniciativa de risco para as águas

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Por: Walter Tesch

A imprensa mundial tem noticiado o êxito dos Estados Unidos de, paulatinamente, estar diminuindo sua dependência em relação a energia provinda do petróleo, usando para isso a chamada tecnologia do Fracking – exploração não convencional de injeção de águas e produtos químicos sob alta pressão para extrair gases presos em rochas folheadas – extraindo, em abundância deste processo, o denominado “Gás Xisto”. Por outro lado, dado ao fato que este método produz impactos já conhecidos de contaminação, afetando a qualidade das águas subterrâneas e superficiais, muitos estados americanos e países com a França e Bulgária proibiram este tipo de exploração.

Aqui Brasil, analistas da área denunciaram recentemente que o Edital da Agencia Nacional de Petróleo, que vai leiloar áreas para exploração de Gás, em novembro de 2013, ao introduzirem seu texto a frase – exploração por métodos não convencionais – abre portas também para a exploração do chamado “Gás Xisto”, obtido pelo método de fraturamento da rocha (Fracking), sem o devido conhecimento cientifico geológico das áreas e a observância das regras de licenciamento, medidas mínimas para que seja protegida e preservada a água destinada ao abastecimento público.

Diante destes fatos, em 5 de agosto último, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência enviou uma carta à Presidência da Republica, com cópia à diversas instituições e órgãos públicos, alertando para o risco de uma exploração com insuficiente conhecimento do método e da geologia das áreas em questão. No texto da carta foi argumentado, inclusive, que no plano decenal, instituído pela própria União, esta modalidade de exploração não estava previamente incluída, sequer mencionada. Até o momento se desconhece iniciativa de suspensão de tal Edital pela ANP.

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No âmbito nacional do sistema de gestão dos recursos hídricos, em reunião realizada em último dia 21 de agosto, a Câmara Técnica de Águas Subterrâneas do Conselho Nacional de Recursos Hídricos convidou o professor Luiz Fernando Scheibe, da Universidade Federal de Santa Catarina, para expor sobre o uso do Fracking e os possíveis impactos por ele causados na qualidade das águas subterrâneas e superficiais. Foi alertado sobre a necessidade de cautela, seguindo o princípio de precaução, nesta intervenção em áreas e métodos pouco dominados, pois as reservas deste gás na Argentina e no Brasil estão logo abaixo do Aquífero Guarani, onde se extrai e é ampla a reserva de água de abastecimento para consumo humano.

Em São Paulo, ainda sobre o tema, a Câmara Técnica de Águas Subterrâneas do Conselho Estadual de Recursos Hídricos/CRH realizou reunião extraordinária, no dia 10 de outubro, com exposição e debate, também com o professor Scheibe e diversos outros especialistas. Concluiu-se que é prematuro autorizar, neste Edital de novembro, a exploração de gás por método de fraturamento da rocha (fracking) em áreas da Região Oeste do Estado de São Paulo, onde está localizado boa parte do Aquífero Guarani, englobando aí áreas fronteiriças, além de encaminhar o tema com subsídios para decisão no CRH, solicitando uma moratória de, no mínimo, cinco anos, acompanhado de estudos efetivos para suporte à qualquer decisão. Outra linha sugerida foi a propositura, com o apoio do Ministério Publico, de uma ação cível, com a devida liminar, requerendo a suspensão do parágrafo do Edital que abre portas a este método de exploração do Gás Xisto.

* Walter Tesch é o Coordenador de Recursos Hídricos da Secretaria Estadual de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo e dirigente estadual do Partido Verde.




Notícias Verdes Planetária de 11.10.2013

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Ano I – Nº 8 – Edição eletrônica de 11.10.2013 – Editado e Distribuído por Claudio Turtelli

Partido Verde Alemão decresce no Parlamento

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O Partido Verde Alemão, presente em todos os parlamentos dos estados da Federação e à frente de seis governos estaduais, obteve um resultado insatis-fatório na eleição nacional realizada no último dia 22 de setembro. Dos 10,7% dos votos conquistados nas eleições anteriores, caiu para 8,4%, reduzindo sua posição anterior na Câmara Baixa do Parlamento Federal (Bundestag) de 68 para 63 cadeiras.

A queda só não foi maior para os verdes (em número de cadeiras conquistadas) porque dois partidos, entre eles o FDP (liberais democratas), chegaram próximos, mas não conseguiram os 5% dos votos necessários para formar suas bancadas no Budestag. Por outro lado, com 41,5% dos votos e 311 cadeiras conquistadas, de um total de 630 existentes, os conservadores (CDU/CSU) registraram seu melhor resultado, desde a reunificação da Alemanha, em 1990. Faltou pouco para o CDU conquistar a maioria absoluta, fato ocorrido pela última vez no mandato do chanceler Konrad Adenauer, em 1957.

Após a vitória nas eleições legislativas, a atual chanceler alemã, Angela Merkel, privada de uma maioria absoluta e também impossibilitada de fazer uma aliança com os liberais democratas (FDP), que não terão representantes no Bundestag por não terem alcançado o mínimo exigido de votos, será obrigada a se aliar aos sociais democra¬tas (SPD) ou aos verdes (Die Grünen) para formar uma maioria e governar.

A aliança com os verdes é considerada, a priori, pouco provável. As negociações devem ser particularmente tensas com o CSU, ramo bávaro e muito conservador do CDU, cuja filosofia é incompatível com a cultura libertária verde. Como exemplo da falta de sintonia, ao contrário dos conservadores, os verdes defendem uma legislação que equipara o casamento entre homossexuais ao casamento heterossexual. Defendem também o total direito, sem reservas, à adoção por parte de casais do mesmo sexo.

O CDU deve, em todo caso, conviver com a pressão de uma maioria matemática dos partidos de esquerda, em ambas as Casas do Parlamento (Bundestag e Bundesrat). O SPD, Die Grünen e o radical Die Linke (que conquistou mais as¬sentos que os verdes), obtiveram juntos 319 das 630 cadeiras no Bundestag. Se houver uma aliança de esquerda ela será capaz de, a qualquer mo¬mento, ameaçar An¬gela Merkel. Mas, tanto o SPD, como os verdes, rejeitaram essa possibilidade, argumentando que o Die Linke não é “maduro” o bastante para governar.


Partido Verde avança na Áustria

Partido-Verde-avanca-na-austriaSe na Alemanha os resultados das eleições não foram favoráveis, na Áustria correu tudo às mil maravilhas. Os verdes, em uma campanha franca, com muito entusiasmo e eficiência, fizeram sua melhor eleição, cres¬cendo em votos e em nú¬mero de assentos no Congresso Nacio¬nal, pela quarta eleição consecu¬tiva. O PV Austríaco (Die Grünen) sufragou 12,4% dos votos, conquistando 24 das 183 cadeiras exis¬tentes no Parlamento.

Com propostas claras, defendendo um modelo econômico baseado na sustentabilidade e na ampliação de medidas de cunho social e ecológico, os verdes fizeram uma campanha vibrante e certeira, mostrando claramente que há espaço para uma só voz social e ecologicamente verde na Áustria e na Europa. O PV Austríaco já havia sufragado 20% dos votos em Salzburgo, nas eleições de maio, além de aumen¬tar seus assentos no Tirol, Baixa Áustria e Caríntia.


Partido Verde Sérvio faz manifesto em apoio à comunidade GLBT

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O Partido Verde da Sérvia expressou  sua decepção com o cancelamento, promovido pelas autoridades governamentais, da Parada do Orgulho GLBT, programada para ocorrer no último dia 28 de setembro, nas ruas de Belgrado. Os verdes argumentaram que a Sérvia perdeu mais uma oportunidade de mostrar ao mundo que é uma democracia madura e que todos os cidadãos são iguais em seus direitos.

Para a co-presidente do Partido Verde Europeu, Monica Frassoni, “a realização da Parada do Orgulho nas ruas de Belgrado, com segurança adequada fornecida pelas autoridades, iria acrescentar muito aos direitos das pessoas LGBT e seria outro sinal do compromisso da Sérvia para a criação de uma cultura de tolerância e diversidade. Como a Rússia começou a perseguir e assediar suas comunidades LGBT, há uma necessidade de ação sistemática em toda a Europa para reforçar a consciência dos direitos básicos de todos os níveis da sociedade”.


Jovem Verdes apoiam a campanha das primárias do PV Europeu

Jovem-Verdes-apoiam-a-campanha-das-primarias-do-PV-Europeu

A Federação Europeia dos Jovens Verdes (FYEG) entrou com tudo na pré-campanha de 2014, apoiando a decisão do PV Europeu de realizar as primárias para a escolha dos candida-tos cabeças de listas  dos verdes. Eles justificam seu apoio dizendo que acreditam que esta pode ser uma ferramenta facilitadora que vai na direção certa em dar mais poder de decisão às pessoas.

No blog do co-presidente da FLYEG, Michael Bloss, a mensagem é que os Jovens Verdes decidiram participar ativamente das primárias, enviando para isso, o seu próprio candidato. Bloss acredita que “as fronteiras são arbitrárias e que as eleições europeias não devem ser baseadas somente em listas nacionais, mas também em listas transeuropeias. É necessário criar um debate mais amplo, transcendendo as fronteiras nacionais. Aliás, os verdes já estão fazendo este debate ao se antecipar no processo, deixando que a escolha de seus candidatos seja feita pela sociedade.


Italianos criam movimento para amplificar teses verdes

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A Itália de hoje está imersa em uma profunda crise caracterizada por uma recessão econômica prolongada, um agravamento acentuado na desigualdade e um alto nível de desemprego (40% são jovens). Nesta condição de angústia e sofrimento socioeconômico, soma-se ainda a corrupção generalizada, a endêmica evasão fiscal do crime organizado, a baixa eficiência e baixa autoridade das instituições públicas e a desconfiança galopante dos cidadãos na política.

“Um novo movimento batizado de greenitalia nasceu para ajudar o país a abraçar seu coração ecológico e social”, afirma Monica Frassoni, co-presidente do Partido Verde Europeu. Para implementar o projeto, o foco das discussões abrange quatro grandes temas: a proteção política para a economia verde; o trabalho contínuo para derrotar a corrupção e o crime organizado; a promoção dos valores europeus e a promoção e proteção da cultura italiana.


Relatório do Clima: O que os Verdes Europeus estão dizendo?

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O relatório do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change), divulgado em Estocolmo, em 27 de setembro, mostrou, com 95% de certeza, que os seres humanos são a causa dominante das mudanças climáticas no planeta. Verdes de toda a Europa se apressaram para exigir de seus governos e das comunidades dos seus países, uma forma de frear as emissões de carbono.

Parlamento Europeu

No Parlamento Europeu, o porta-voz dos verdes para o Clima, Satu Hasi, disse que “a janela de oportunidade para tomar medidas que reduzam as emissões, intensificando a prevenção para possíveis alterações climáticas descontroladas, está fechando, enquanto a resposta da União Europeia às mudanças climáticas está se enfraquecendo, ao invés de se fortalecer. A UE precisa ter esta questão como uma prioridade e romper com sua costumeira prevaricação climática”.

Grécia

O líder do Partido Verde Grego (Ecologoi Prasinoi) argumentou que “a UE tem que recuperar sua posição de liderança, empenhando-se no esforço global para proteger o clima, começando com as ambiciosas metas obrigatórias estabelecidas para 2030, que visam reduzir o  consumo de combustível, as emissões de carbono e o aumento da participação em sistemas de energias renováveis.”

Irlanda

Na Irlanda, o líder do Partido Verde, Eamon Ryan, argumentou que “este relatório (IPCC) é um apelo não só aos governos, mas à toda comunidade. Todos devem ajudar. Precisamos acatar a nova realidade de forma colaborativa e criativa, ouvindo opiniões diferentes e aprendendo à medida que avançamos”.

PV Europeu

O porta-voz do PV Europeu para o Clima, Bas Eikhout, disse que “o relatório do IPCC deixa claro que não há como continuar queimando combustíveis fósseis, se quisermos evitar as consequências das mudanças climáticas”.

Reino Unido

Natalie Bennett, líder do Partido Verde da Inglaterra e do País de Gales (GPEW) desta¬cou o consenso científico sobre a mudança climática. “Estamos falando de 95% de certeza e do consenso de 97% dos cientistas sobre o impacto da ação humana na amplificação do efeito estufa. Aqueles que negam a ciência não deve ter mais assento neste debate”.

Suécia

O líder do Partido Verde da Suécia (Miljöpartiet de Gröna) deixou claro que a mudança deve acontecer em um nível coletivo. “É um grande desafio, mas é perfeita¬mente possível. A tecnologia existe e, eventualmente, os novos empregos verdes em áreas rurais e urbanas. Nós podemos fazer como indivíduos, mas só quando esta¬mos juntos podemos mudar significativamente o jogo”.

Noruega

A eurodeputada Rasmus Hansson, do Partido Verde da Noruega (Miljøpartiet De Grønne), quer que o novo governo vá muito além dos compromissos assumidos sobre as mudanças climáticas. “O IPCC apresenta um novo relatório que mostra que devemos agir com mais urgência do que nunca”.

França

Para o PV Francês (Les Verts) o tempo é essencial quando se trata de mudanças climáticas. Alegam os seus dirigentes que “o relatório do IPCC indica que ainda é possível limitar o aquecimento global abaixo de 2°C, até o final do século e as ações e os esforços para atingir esse objetivo são conhecidos. Não há mais como protelar essa discussão. A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21), que será realizada em Paris, em 2015, é uma data crucial”.


FONTES DESTA EDIÇÃO: EUROGREENS – DIE GRONEER – GRÖNEER – THE GREENS GROUP/EFA – MILJØPARTIET DE GRØNNE