Caminhada cívica do Partido Verde começará no Largo Treze

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O Partido Verde organizou mais uma Caminhada Cívica que, desta vez, terá início no Largo Treze, na Capital Paulista. O evento acontecerá nesta sexta-feira, (25),  a partir das 11:30h. Além de um expressivo número de ativistas e candidatos a deputados pela legenda, estarão presentes nosso candidato à Presidência da República, Eduardo Jorge, nosso candidato ao Governo do Estado de São Paulo, Gilberto Natalini e nosso candidato ao Senado, Kaká Werá, juntamente com seus suplentes Jean Nascimento e Hélio Amorim. Além do presidente estadual do PV-SP, Marcos Belizário, é espera também a presença do deputado federal e presidente nacional da legenda, José Luiz Penna.

Serviço: Caminhada Cívica do Partido Verde
Local: Largo Treze – São Paulo
Dia: 25/07/2014
Horário de início: 11:30h




Natalini da início a campanha do PV em São Paulo

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Mais de mil dirigentes e ativistas estiveram presente ao lançamento da campanha eleitoral do PV-SP. Misturando-se aos transeuntes e as bicicletas que invadiram a Avenida Paulista, os verdes mostraram que estão prontos para a grande festa da democracia.

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Gilberto Natalini, o candidato que o PV escolheu para governar a população de São Paulo, foi o timoneiro da Caminhada. Com muito entusiasmo, percorreu as calçadas da Paulista conversando com as pessoas, incentivando os ativistas e dando um banho de simpatia e dedicação para com a tarefa que lhe foi reservada.

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Para fechar com chave de ouro o belo início de campanha na capital, os verdes plantaram uma arvore no canteiro centro da avenida, simbolizando o dogma da legenda, comprometido com as diretrizes adotada no Programa de Governo que Natalini, a partir de agora, deverá levar a todo povo paulista.

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Natalini e Lúcia Haidar registram suas candidaturas no TRE-SP

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Os candidatos ao Governo de São Paulo pelo Partido Verde, Gilberto Natalini e Maria Lucia Haidar, foram pessoalmente na manhã desta sexta-feira (4) registrar suas candidaturas no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP). Natalini salientou na oportunidade que a candidatura do PV vai “enfrentar para valer a crise de mobilidade, com mais Metrô e transporte por trem.

Também não vamos poupar esforços para solucionar a grave crise de falta de água”. Prestigiaram o ato: o candidato à Presidência da República, Eduardo Jorge, o presidente nacional da legenda, deputado José Luiz de França Penna, o presidente estadual do PV-SP, vereador Marcos Belizário, o presidente do PV Capital, Carlos Camacho, o lider do PV na ALESP, deputado Beto Trícoli, o candidato a suplente de senador, Jean Nascimento, a dirgente nacional, Vera Motta, além dos dirigentes da capital, Luiz Carlos Bósio e Arnaldinho.

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Neste domingo (6), às 10h43h, o Partido Verde dará início ao lançamento público da campanha de Natalini e Lucia Haidar com uma “Caminhada Verde” na Avenida Paulista, Centro de São Paulo. Ativistas verdes de todo o estado vão caminhar do Masp (Avenida Paulista, 1578) até a Praça do Ciclista, na esquina com a Avenida Consolação. Lá, duas árvores frutíferas serão plantadas para marcar simbolicamente a largada das candidaturas majoritárias e proporcionais do PV-SP.

A “Caminhada Verde” também vai contar com as presenças de Eduardo Jorge, candidato do PV a presidente da República, de Kaká Werá, índio da nação Tapuia e candidato a senador, dos suplentes de senador, Jean Nascimento e Hélio Amorim, dos candidatos a deputado federal e estadual e uma número expressivo de dirigentes e ativistas.

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Eduardo Jorge e Célia Sacramento registram suas candidaturas no TSE

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O candidato a Presidência da República pelo PV, Eduardo Jorge e sua vice, Célia Sagramento, protocolaram pessoalmente, nesta quinta-feira (3), no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o registro de suas candidaturas à Presidência da República.

Além do presidente nacional da legenda, deputado José Luiz de França Penna, o vice-presidente, Eduardo Brandão, o líder da bancada do PV na Câmara Federal, deputado Sarney Filho e a dirigente nacional, Vera Motta, estiveram presentes.

Na oportunidade, Eduardo Jorge comentou com os jornalistas presentes algumas propostas de governo, entre elas a defesa da sustentabilidade, a redemocratização do país, a instituição do parlamentarismo e do voto facultative, argumentando que “  é preciso acabar com o voto de manada, escolher alguém só porque é obrigado”.

Eduardo deve estar presente, neste domingo (6), no lançamento da campanha estadual 2014 do PV-SP. Uma passeata que terá início as 10:43h, tendo o vão livre do Masp, na Avenida Paulista, como ponto de partida. Entre outras líderes, estarão presentes o candidado ao governo paulista, Gilberto Natalini e o candidato ao senado, Kaká Verá.

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Trigésimo quarto prefeito do PV-SP toma posse em Martinópolis

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Foram 542 dias de espera, mas na quarta-feira passada (25) os candidatos mais votados (8.214 votos) de Martinópolis (SP), Antônio Leal Cordeiro (PV) e Ilza Filazi Ascêncio (PSD) foram diplomados, respectivamente, prefeito e vice-prefeita. Dois dias depois, sexta-feira (27), centenas de pessoas foram até a Câmara de Vereadores para acompanhar os trâmites legais que empossou Tonho, como é carinhosamente chamado pelos munícipes, como chefe do Executivo local.

A Sessão foi conduzida pelo presidente da Câmara Municipal, vereador Sílvio Limeira (PV) que, dando posse ao prefeito, retornou ao cargo de vice-presidente do Legislativo. Em seu lugar, voltou ao cargo de presidente da Câmara, o vereador Rondinelli Pereira Oliveira (DEM) que, até sexta-feira (27), por ordem da justiça eleitoral, esteve interinamente à frente da Prefeitura.

Tonho deveria ter tomado posse no dia 1º de janeiro de 2013, mas devido a um  processo, que se arrastou até o TSE, não conseguiu assumir o cargo. A vitória nos tribunais e o direito de assumir o comando da prefeitura de Martinópolis só veio em maio deste ano.

Tonho é o trigésimo quarto (34º) prefeito do PV-SP a tomar posse, desde janeiro de 2013. Trinta e dois deles estão em exercício (veja lista neste site – no link Verdes no Poder), um renúnciou, em Paranapanema (o vice assumiu) e o outro, em Leme, perdeu o diploma no decorrer do mandato.

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Candidata a vice-governadora do PV é de Itapetininga

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Os Verdes de São Paulo já têm sua candidata a vice-governadora para as eleições de 2014. Trata-se da vereadora de Itapetiniga (SP), Maria Lúcia Lopes da Fonseca Haidar, escolhida durante a reunião da Executiva Estadual, realizada na noite da última segunda-feira (16).

Tal como aconteceu na escolha da candidata a vice-presidente, Célia Sacramento, no ultimo dia 14, em Brasília, a decisão sobre a candidatura de Lúcia Haidar acompanhou o principio de que, nos cargos majoritários, a legenda deve apresentar, sempre que possível, candidaturas que contemplem o sexo feminino e masculino.

Maria Lúcia Lopes da Fonseca Haidar, 69, é médica dermatologista, natural de São Paulo e residente em Itapetininga, aonde foi eleita vereadora, em 2010, com 1.236 votos (1,62%). “Foi uma surpresa e uma grande alegria ter meu nome indicado para pré-candidata a Vice-Governadora do Estado de São Paulo pelo nosso Partido Verde, disse a vereadora.

Nesta sexta-feira (20) o candidato a governador escolhido na Convenção Estadual do PV-SP, Gilberto Natalini, visitará a cidade de Itapetinga, aonde participará, junto com Maria Lúcia Haidar, de entrevistas nas emissoras de rádio e TV local e de uma reunião com membros do PV de Itapetininga e Região.

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Sem alianças PV confirma Natalini como candidato a Governador

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Pela quinta vez consecutiva, os Verdes do Estado de São Paulo entram na disputa para uma eleição estadual sem coligação com outras legendas. Foi assim em 1998, quando lançou seu candidato ao Senado e listas próprias nas proporcionais, foi assim também em 2002, 2006 e 2010, quando lançou candidaturas próprias ao Governo do Estado, ao Senado e aos parlamentos estadual e federal.

Em 2014, repetindo os números de anos anteriores, as listas proporcionais de pré-candidatos aos parlamentos excederam o número de vagas existentes, deixando muitos postulantes na lista de suplentes. Sendo assim, mais uma vez, o PV-SP apresentará 99 candidatos à Câmara Federal, para um total de 70 cadeiras em disputa e 141 candidatos à Assembleia Legislativa, para um total de 94 cadeiras em disputa.

 

A Convenção Estadual
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Em uma grande festa, realizada durante todo o dia deste último domingo, em uma casa de eventos no bairro da liberdade, na capital paulista, o Partido Verde repetiu o ritual que já lhe é peculiar, transformando suas convenções partidárias em memoráveis confraternizações entre seus ativistas e dirigentes. Ainda não era 10 horas da manhã e o enorme salão preparado para recepcionar os candidatos, ativistas e dirigentes de todo estado, estava totalmente tomado.

O Presidente estadual, Marcos Belizário, abriu os trabalhos lembrando a trajetória da legenda, os avanços e conquistas que paulatinamente foram alcançados nas últimas duas décadas de intenso trabalho e dedicação. O Secretário Estadual de Organização, Arnaldo juste Jr., relatou o processo bem sucedido de formação das listas proporcionais, promovido pelas coordenadorias regionais (bacias) que resultou, mais uma vez, em um número expressivo de candidatos. A Secretária Nacional de Assuntos Jurídicos, Vera Motta, fez um breve relato sobre as regras impostas e os procedimentos que serão exigidos nestas eleições. Outros dirigentes e parlamentares fizeram uso da palavra encerrando a face preliminar dos trabalhos.

O candidato do Partido Verde à Presidência da República, Eduardo Jorge, foi festejado e aplaudido pela plenária. Em seu curto pronunciamento, relembrou pontos das diretrizes programáticas e salientou a importância da participação da legenda no atual cenário político. Em seguida, o presidente nacional, José Luiz de França Penna, fez o chamamento ao coletivo partidário, para intensificação da militância e envolvimento de todas na campanha que se inicia.

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Natalini foi o último a se pronunciar. Em um discurso contagiante, ele apresentou e destacou as diretrizes de seu Programa de Governo, salientando os avanços que os verdes poderão fazer à frente do Governo Estadual. Ao final de seu pronunciamento, em uma chamada conduzida pelo presidente estadual da legenda, Natalini foi escolhido pela plenária, por aclamação, o candidato do Partido Verde ao Governo do Estado de São Paulo.

Para compor a chapa majoritária, os convencionais deliberaram que a Executiva Estadual escolherá, em tempo hábil, quem ocupará a vaga de candidata a vice-governadora. Já para o Senado, foi referendado o nome do líder indígena, Kaká Verá, tendo como suplentes, Jean Nascimento (PV Diversidade) e o dirigente estadual Hélio Amorim.

 

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Eduardo Jorge é o candidato do Partido Verde à Presidência da República

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Manhã ensolarada em Brasília. Verdes de todo o Brasil riscam o tom das cores no ampliado aeroporto da capital federal,rumo à Convenção Nacional que irá escolher o candidato à Presidência da República da legenda.

Com elevada presença dos convencionais e com o entusiasmo que é peculiar desta tribo, uma grande festa foi montada na sede nacional para celebrar o que já estava escrito nos corações dos verdes de todo o País: Eduardo Jorge, Presidente, Célia Sacramento, vice. Esta será a chapa majoritária do Partido Verde para as eleições 2014.

O presidente nacional, deputado José Luiz de França Penna, abriu os trabalhos lembrando aos presentes da liberdade que a legenda terá, levando para a sociedade seus dogmas e diretrizes, sem os vínculose compromissos viciantes queas alianças políticas equivocadasgeralmente propiciam. Em seguida, a palavra foi passada à todos os dirigentes estaduais que fizeram suas narrativas sobre as composições em seus estados.

Célia e Eduardo discursaram para o coletivo afirmando o comprometimento com as diretrizes da legenda, ocasião em que a plenária referendou, por aclamação,a dupla que irá representar os verdes na disputa presidencial.

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Célia lembrou seu legado como vice-prefeita de Salvador (BA), argumentando ainda que sua participação na chapa presidencial é o espaço que o PV naturalmente reserva as mulheres em todas as suas iniciativas, afirmando que tem muito à contribuir nos debates que serão travados nessas eleições.

Eduardo emocionou os presentes quando argumentou que o Partido Verde é a vanguarda da política e que cabe a legenda apontar aos demais partidos o caminho para uma política voltada para o século XXI. Lembrou a trajetória da legenda e salientou o esforço incondicional de seus idealizadores, mencionando Herbert Daniel, Fernando Gabeira, Penna, Lucélia Santos, Sirkis, entre muitos outros ativistas que, de certa forma, ajudaram a construir o Partido Verde,hoje vivenciado.

Pacifista em todos os sentidos,em um determinado momento de sua fala Eduardo Jorge se negou a pronunciar as palavras “munição – armas”, como ferramenta de luta para alcançar os objetivos da legenda. Argumentou que o Partido Verde não pode cair na armadilha daqueles que pregam o autoritarismo e a violência como forma de fazer política, sejam eles de direita ou de esquerda, jovens ou velhos, fardados ou não fardados.

Defendeu também a democracia representativa direta, com voto facultativo, como a maior ferramenta para se fazer a justiça social que a coletividade espera, contrapondo ao presidencialismo clientelista, nefasto, imperial,hoje vigente na atual conjuntura política nacional. Apontou, neste sentido, a falência dos municípios, provocada pelo centralismo exagerado do governo federal.

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Estiveram presentes quase todos os dirigentes que compõem o colégio de convencionais paulista, entre eles, Eduardo Jorge, Vera Motta, José Luiz Penna, Marcos Belizário, Claudio Turtelli, Chico Sardelli, Rogério Menezes, José Paulo Toffano, Beto Trícoli, Edna Martins, Mariana Perin e Ricardo Silva. Também marcou presença na Convenção Nacional, Gilberto Natalini, que neste domingo (15) deve ser referendado pela Convenção Estadual, o candidato a Governador dos verdes de São Paulo.

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Partido Verde – São Paulo

Quem é Eduardo Jorge

Natural da Bahia, hoje vive hoje em São Paulo. Foi deputado estadual e federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT) em várias legislaturas, de 1983 a 2003. Em 1991 propôs a remoção das marcas comerciais de medicamentos, um pontapé inicial para os futuros medicamentos genéricos. Porém, divergências com o partido que ajudou a fundar, levaram-no a filiar-se ao Partido Verde, em 2003. É co-autor da legislação constitucional sobre Seguridade Social (Saúde, Previdência e Assistência Social) e autor ou co-autor de leis brasileiras quer regulamenta medicamentos genéricos, o planejamento familiar e esterilização voluntária; das leis de vinculação de recursos orçamentários para o SUS e de restrição ao uso do amianto, bem como da lei orgânica da assistência social. Secretário Municipal de Saúde de São Paulo: no governo de Luiza Erundina, entre 1989 a 1990, e no início da gestão de Marta Suplicy de 2001 a 2002. Desde 2005, é Secretário do Verde e do Meio Ambiente do município de São Paulo, nas gestões de José Serra e Gilberto Kassab.

Quem é Célia Sacramento

Natural de São Paulo, hoje vive na Bahia desde a infância, onde se tornou a primeira mulher negra eleita vice-prefeita da cidade de Salvador. Reconhecida pela forte atuação na militância pelos direitos dos negros e das mulheres, também é contadora e advogada especialista em auditoria, perícia e consultoria tributária, mestre em contabilidade e controladoria pela USP, doutora em engenharia da produção pela UFSC, conselheira e superintendente do CRC-BA, social da Audpec,professora licenciada da UEFS e UFBA. Antes de ser eleita vice-prefeita de Salvador (2012) presidiu o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Salvador e a Cooperativa Nacional de Professores.




Programa de Governo do Partido Verde para o Estado de São Paulo

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DIRETRIZES PROGRAMÁTICAS PARA ELABORAÇÃO DO PROGRAMA DE GOVERNO DO PARTIDO VERDE PARA O ESTADO DE SÃO PAULO

RESGATAR O PAPEL DO PROGRAMAE DOS VALORES NA POLÍTICA

Diretrizes temáticas

I-    Construção do desenvolvimento sustentável. Esta é a linha mestra de todo programa de governo e está no DNA do partido, sendo considerada transversalmente em todos os eixos;
II-    Educação de qualidade voltada para cidadania, valores democráticos, fomentar a inovação tecnológica, empregabilidade e promoção da arte e da cultura para o mundo globalizado e desafiador do século 21;
III-    Saúde que responda aos desafios da sociedade atual com compromisso de atendimento humanizado e profissional e eficiência na gestão;
IV-    Habitação integrada à mobilidade urbana, próxima ao local de trabalho. Planejada em conjunto com a infraestrutura de educação, saúde, esporte, lazer e áreas verdes;
V-    Segurança com respeito ao cidadão e à comunidade, modernização com intenso uso das ações de inteligência com esforço preventivo e tolerância zero ao crime organizado;
VI-    Gestão enxuta, eficiente, desburocratizada, descentralizada e transparente, com busca da inovação e redução de custos. Soluções inovadoras para a gestão do Estado, gerando serviços de qualidade para o cidadão, fortalecendo o plano local;
VII-    Fomentar a economia verde com novos negócios em fontes alternativas de energia, potencializando a biodiversidade, estimulando o empreendedorismo em produtos e serviços ambientalmente amigáveis e criando empregos em novas fronteiras da tecnologia. Incentivar a modernização da economia existente, explorando as vantagens competitivas do Estado, reduzindo as dificuldades para se constituir empresas e abater o “custo Brasil”;
VIII-    Atuar diretamente fomentando a participação da iniciativa privada na construção da infraestrutura de transporte, energia, telecomunicações e saneamento para criar condições ao desenvolvimento continuado, com eficiência no uso de recursos naturais, água e energia;
IX-    Ter a qualidade de vida como base para todas as intervenções, em especial, na melhoria do ambiente urbano, com menos poluição atmosférica e sonora, mais áreas verdes, oportunidades para esportes, lazer e cultura;
X-    Promover a exploração sustentável dos recursos naturais, priorizando a recuperação de áreas degradadas pela mineração e erosão, com melhoria da infraestrutura de transporte. Fomentar ainda a redução do desperdício e geração de rejeitos, reuso e reciclagem de matérias-primas. Estimular o manejo de florestas e o uso racional da água e a eficiência energética;
XI-    Desenvolver a atividade agropecuária e florestal na perspectiva da sustentabilidade, fortalecendo o papel de liderança na segurança alimentar nacional e mundial. Criar valor agregado aos bens via beneficiamento e industrialização. Incentivar a produção familiar (o acesso à terra), geração de renda e condições de vida no campo para fixar o homem no meio rural;
XII-    Defesa intransigente da ética, boa governança, e visibilidade do ato público e combate rigoroso à corrupção, nepotismo, clientelismo e outras mazelas na gestão pública brasileira.

Premissas orientadoras do programa

1.    O PV participou de várias eleições em São Paulo. Governou e co-governou vários municípios no Estado, entre eles, o Município de São Paulo. Assim seus quadros possuem um acervo significativo de experiência na gestão pública e uma rede de interlocução com vários atores da sociedade, incluindo a experiência em outros estados e o intercâmbio pela rede de outros partidos verdes no mundo.
2.    Garantir o desenvolvimento com qualidade de vida: equilibrado com inclusão social, respeito ao meio ambiente, aos limites da capacidade de suporte da natureza e incorporação da sustentabilidade em todas as ações.
3.    Realizar uma campanha eleitoral primando pela defesa de propostas e metas, sem ofensas e críticas pessoais. Traduzir as propostas, em linguagem acessível a todos os públicos, utilizando as redes sociais.
4.    Considerar as inquietações sociais, visando apreender o conteúdo e expectativas das mesmas e desenhando uma perspectiva de esperança com propostas inovadoras partindo desse aprendizado. Este processo levará em conta os seguintes princípios:
a)    Comunicação direta com o eleitor, considerando na linguagem e conteúdo, a  grande rejeição à política partidária e o descrédito moral que a classe política enfrenta;
b)    Praticar a pedagogia política objetivando incorporar o conceito de sustentabilidade e sua evolução, aplicando-o nos diversos segmentos da sociedade, cotidianamente;
c)    Estimular a articulação e a sinergia entre os diversos eixos temáticos;
d)    Atender demandas de todos os setores da sociedade de forma integrada e includente.
5.    Os eixos que estruturam a concepção do programa contêm em si um caminho para aprofundar debates setoriais e regionais com segmentos específicos e a sociedade de um modo geral, tendo como meta a proposição de soluções inovadoras para São Paulo.
6.    As diretrizes programáticas sintetizam aspirações e propostas compartilhadas com muitos setores, incluindo independentes do PV. É um guia flexível e sujeito ao aperfeiçoamento, como deve ser um Programa de Governo, aglutinando ideias propostas e forças para uma nova sociedade.
7.    Estas diretrizes não são excludentes às propostas governamentais em execução em qualquer nível, dando continuidade na execução dos bons empreendimentos e programas, partindo da premissa das melhores práticas de governança pública.

I-    Educação de qualidade voltada para cidadania, valores democráticos, fomentar a inovação tecnológica, empregabilidade e promoção da arte e cultura com proteção e manutenção do patrimônio histórico e folclórico.

Conceito:
Educação, conhecimento e habilidade constituem patrimônio individual e coletivo que a sociedade precisa construir e fomentar, pois promovem o desenvolvimento econômico e social, permitem uma convivência mais harmônica e democrática e são alicerces para a criatividade e inovação na ciência, cultura e arte. A educação integral da primeira infância à universidade deve envolver a família e a comunidade em um esforço ligado à comunidade para uma educação para a cidadania plena. A educação de qualidade dever ser a prioridade das prioridades, capacitando, valorizando e estimulando o professor com avaliação dos resultados das atividades educativas por meio do desempenho dos alunos, funcionários de apoio, professores e escolas, para que haja instrumentos de cobrança, incentivo e intercâmbio. A escola, além das atividades curriculares, com ênfase especial no domínio da língua, da matemática e do raciocínio lógico, deve ainda incentivar o respeito aos valores éticos, ambientais, da democracia, justiça e cultura de paz, estimular a prática esportiva e resgatar e fomentar as tradições culturais e folclóricas, matriz da nacionalidade.

Propostas:

1 – Promover a integração, compatibilizando as especificidades culturais, regionais e patrimônio ambiental, contemplando todos os níveis de formação.
a) Definição de uma política de metas para avaliação e premiação dos professores com um plano de carreira, remuneração variável e formação continuada.
2 – Disseminação da educação técnica para a economia atual e para as novas tecnologias e economia verde, adequada ao potencial e vocação econômica locais.
3 – Promover a educação para a sustentabilidade, ampliar a escola de tempo integral, tanto no ensino fundamental como no ensino médio, com realização de atividades externas à sala de aula, que integrem diferentes disciplinas e interajam com a realidade da comunidade em que se insere a escola. Criação de novas escolas e reformar as atuais para melhorar áreas de prática esportiva, culturais e espaços verdes.
4 – Disseminar o ensino de idiomas e da microinformática, essenciais num mundo globalizado e altamente tecnológico.
5 – Investir na recuperação do patrimônio histórico, no fomento à arte e cultura, preservação do folclore e artesanato e rede de museus, cinemas, teatros, bibliotecas.

II-    Saúde que responda aos desafios da sociedade atual com compromisso de atendimento humanizado e profissional e eficiência na gestão.

Conceito:
A saúde é dimensão estratégica do desenvolvimento sustentável e um direito do cidadão. A saúde integral demanda mais eficiência na gestão do Sistema Único de Saúde – SUS (articulando União, Estado e Municípios): controle na gestão com gerenciamento adequado dos recursos, transversalidade e intersetorialidade para o estabelecimento de ações conjuntas, maior atenção preventiva e “humanização” como modelo de atenção em saúde no estado.

Propostas:
1-Implementar políticas do financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS), inclusive aumentando o percentual do financiamento estadual destinado ao SUS. Fazer valer a força política do Estado de São Paulo, no sentido de exigir a destinação dos recursos federais para o financiamento do SUS.
2- Aprimorar a gestão pública do SUS entre a rede estadual e as redes municipais de saúde, combatendo com força o desperdício e a corrupção no sistema.
3- Estreitar o relacionamento e as parcerias entre a rede estadual e as redes municipais de assistência, com o intuito de colaboração mútua para melhor aproveitamento dos recursos já existentes (Ex.: Reorganizar a referência e contra referência e a Central de vagas do Estado).
4- Investir fortemente na atenção básica e na prevenção.
5 – Integração dos sistemas para reduzir as filas de espera. Ampliar a oferta de consultas com especialistas e de exames de imagem e laboratoriais à população, expandindo a rede de Ambulatórios Médicos de Especialidades – AMEs. Diminuir as desigualdades de acesso à saúde que existem e as diferenças de infraestrutura entre as regiões do Estado para assegurar acesso a tratamentos adequados, saúde bucal e atendimento odontológico, transplantes, medicamentos, incluindo os de alto custo.
6 – Investir em reeducação alimentar, combatendo o uso excessivo de sal, óleo/gordura e açúcares e incentivar um estilo de vida mais saudável, em especial estimulando a prática de atividade física.
7 – Implementar políticas de recursos humanos para qualificar, valorizar e criar boas condições de trabalho para os profissionais da saúde em todo estado, ampliando o acesso a políticas preventivas de saúde física e mental pela população.
8 – Assistência integral e humanizada à mulher usuária do SUS, desde a maturidade reprodutiva à senectude.
a) Promover o acesso aos métodos reversíveis e definitivos de contracepção, permitindo o planejamento reprodutivo por meio do Programa de Planejamento Familiar.
9 – Expandir programas para garantir atenção integral à gestante e ao recém-nascido e reduzir a mortalidade materna e infantil.
10 – Ampliar os Programas de Saúde da Pessoa Idosa, proporcionando o acesso às ações de promoção à saúde, prevenção de doenças, recuperação e reabilitação, através da rede de serviços de saúde, visando o envelhecimento ativo.
11 – Fortalecer os Programas Intersetoriais de Atenção ao Dependente de Substâncias Psicoativas, implementando ações e serviços de atenção integral, desde o acolhimento inicial até a inclusão na comunidade.
12– Fortalecer a Rede de Vigilância em Saúde, envolvendo as atividades de vigilância epidemiológica, vigilância sanitária, vigilância em saúde ambiental e de saúde do trabalhador, controle de zoonoses, integradas com as demais políticas de saúde, na prevenção de riscos e agravos à saúde das pessoas.
13- Fortalecer as ações de atenção integral à saúde das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, assim como para as pessoas com deficiência mental.

III-    Planejar a habitação integrada à mobilidade urbana, conjugada à oportunidade de emprego e com a infraestrutura de educação, saúde, esporte, lazer e áreas verdes.

Conceito:
Apesar de o direito à moradia ser constitucional, uma parcela considerável da população reside em condições precárias em bairros de periferia, distantes dos locais de trabalho e ainda carentes de equipamentos e infraestrutura de transporte, saneamento, áreas verdes, lazer, esporte e cultura.

Propostas:
1 – Implementar política de habitação sustentável, utilização de agregados da reciclagem de entulho, reaproveitamento da água de chuva e de água de reuso na umectação em terraplenagem e cura de concreto, uso da iluminação natural e paisagismo em todos projetos do Estado. Estabelecer regras e incentivos neste sentido para os projetos privados e dos municípios.
2 – Ampliar a oferta de habitações populares e próximas ao local de trabalho, incluídas nas funções da cidade com acesso aos serviços públicos, reduzindo, inclusive, os engarrafamentos e poluição nos horários de pico nas regiões metropolitanas.
3 – Fomentar o adensamento das cidades, em especial ao longo dos eixos de transporte de massa, para criar cidades mais compactas, reduzindo seu espraiamento. Assim aliviar as pressões para expandir as redes públicas de serviços e transporte, reduzindo a ocupação do solo, preservando os mananciais, as áreas rurais e naturais, tendo como contrapartida a ampliação de parques e áreas de lazer e esportes.
4 – Realocar para locais com infraestrutura adequada a população ocupando áreas de risco e de preservação permanente com recuperação ambiental destes locais.
5 – Proteger as várzeas, áreas de mananciais, entorno de nascentes e outros corpos d’ água da expansão da mancha urbana, introduzindo a possibilidade de pagamento de serviços ambientais.

IV-    Segurança com respeito ao cidadão e comunidade, modernização com intenso uso da inteligência e ações preventivas e tolerância zero ao crime organizado.

Conceito:
Há múltiplos fatores que influenciam na segurança e isso exige a superação das abordagens reducionistas e baseadas unicamente na repressão. A qualidade de vida para a comunidade, a participação e o controle da sociedade na gestão, as políticas sociais, de educação e de inclusão ampliam as possibilidades da segurança comunitária e cidadã. Usar o poder de convocação do Estado para propugnar reformas nas três esferas da Federação com reavaliação do equipamento policial, colaboração nas operações de inteligência, intercâmbio e padronização dos bancos de dados, treinamento continuado dos policiais e mais recursos às tecnologias modernas de investigação. Integração de esforços com a Polícia Federal, Ministério Público, Guardas Municipais e segurança privada. Coordenação de ações e harmonia na atuação das Polícias Civil, Militar e Científica. Esforço preventivo junto à juventude e integração com as políticas de educação, cultura, esporte e lazer. Recuperação dos adictos, dos presidiários e outras populações marginalizadas.

Propostas:
1 – Gestão da segurança integrada e intersetorial por territórios e especialidades aproveitando as melhores práticas com eficiência e resolutividade, melhorando o atendimento das polícias civil e militar.
2 – Reforma da administração penitenciária com as seguintes diretrizes:
a.    reduzir a ocupação de vagas no sistema prisional com condenados de baixa periculosidade promovendo maior fomento às penas alternativas;
b.    disseminação do trabalho e da prática esportiva durante o cumprimento da pena, como forma de ressocializar o preso no futuro, capacitá-lo profissionalmente, reduzir a ociosidade, causa subjacente de rebeliões e violência interna;
c.    desenvolver políticas para a reinserção de egressos no mercado de trabalho, na família e na sociedade;
d.    rigorosa separação dos apenados por tipo de pena e periculosidade, tanto nos presídios como em alas, evitando o problema crônico das penitenciárias serem escolas de crime, que transformam indivíduos que cometeram pequenos crimes em bandidos;
e.    capacitar os servidores encarregados da administração e do funcionamento das penitenciárias.
3 – Estruturar programas de recuperação do menor infrator criando condições para o emprego e a educação por meio do ensino profissionalizante, e de  prática esportiva nas unidades da Fundação Casa. Implementar ações que facilitem a separação dos jovens infratores por tipo e gravidade das infrações cometidas.
4 – Combate à violência doméstica, ao abuso de crianças, adolescentes e idosos, ao racismo, a homofobia e a todo o tipo de discriminação.
5 – Articular de forma integrada Programa de Referência e Apoio às Vítimas de Violência, voltado às crianças, adolescentes, mulheres e idosos.
6 – Reforçar as políticas de segurança nas escolas no que tange ao combate à presença de traficantes dentro e nas proximidades, e conscientizar as comunidades na resistência à cultura da violência.
7 – Repensar o papel da Segurança que vai além de medidas policiais, combate e repressão. Discutir segurança de maneira transversal.
8 – Reforçar o controle interno das instituições policiais, ampliando os seus recursos e sua infraestrutura tecnológica.
9 – Implementar e aperfeiçoar Programas de Capacitação e Valorização para as Polícias Civil e Militar, passando, inclusive por um Plano de Cargos, Carreiras e Salários, compatível com as atribuições desempenhadas.

V-    Defesa civil e prevenção e atendimento de emergências preparada para enfrentar contingências rapidamente e com eficiência e ainda via ações preventivas.

Conceito:
O aquecimento global está provocando eventos climáticos extremos mais frequentes e intensos. Num país tropical como o Brasil, já sujeito a precipitações mais fortes, isso é particularmente impactante. As cidades brasileiras padecem com o crescimento desordenado, impermeabilização do solo, ocupação de áreas de encostas e de várzeas com construções frágeis e sistemas de drenagem precários e obstruídos por lixo e sedimentos. Isso se agrava com o intenso desmatamento de matas ciliares e de terrenos em aclive, que conduziu a processos erosivos e assoreamento dos leitos de corpos d`água.  Apoiar os municípios na viabilização das propostas abaixo.

Propostas:
1 – Estruturar a Defesa Civil adequando-a para os desafios de adaptação frente aos eventos extremos que se tornarão mais frequentes e intensos com as mudanças climáticas. Criar um programa para desocupar áreas de risco e de várzea que ofereçam maior vulnerabilidade, com realocação dos moradores e sobretudo fiscalizando rigorosamente para coibir a ocupação destas áreas.
2- Estruturar planos de contingência integrados e rede de alarmes automatizados. Conjugar projetos de recomposição de florestas em encostas para evitar deslizamentos de terra e erosão e adoção de tecnologias verdes.
3- Implantar em cooperação com municípios e concessionárias de água e esgoto um programa de assentamento de rede de hidrantes para permitir combate a fogo em áreas de ocupação e de baixa renda com alto adensamento.
4- Fomentar a criação de brigadas de combate a incêndio no meio rural e fortalecer programas de prevenção de fogo em unidades de conservação e suas zonas de amortecimento, em cooperação com a comunidade do entorno.
5- Estabelecer um amplo programa de conservação do solo em áreas rurais.

VI-    Gestão enxuta, eficiente, desburocratizada, descentralizada e transparente com busca da inovação e redução de custos. Soluções inovadoras para a gestão do Estado,  fortalecendo o local.

Conceito:
A função do Estado é um dos temas estratégicos para as sociedades atuais. A gestão das políticas públicas não pode ser fragmentada e ficar suscetível à captura por segmentos ou setores de interesses estreitos. A realidade não pode ser avaliada sem ter em conta suas conexões, nem de forma facetada, sem coordenação de ações. O governo opera através de Secretarias e Autarquias, órgãos do Estado que em geral atuam vertical e isoladamente com políticas setoriais superpostas sem planejamento que alcance a desejada integração e transversalidade. Os procedimentos de governança, das relações Estado/Sociedade devem ser aperfeiçoados e aprimorados para a participação qualificada em sintonia com ampla transparência e mobilização e  apoio da sociedade.
A transparência total nas receitas e nos gastos públicos incentiva a participação cidadã no controle social para uma gestão pública eficiente e eficaz. Adotar o princípio de informações sobre o custeio dos órgãos estaduais, gastos com pessoal, contratos, licitações, percentuais de recursos aplicados, devem ser disponibilizadas prontamente pela internet para o acesso por qualquer cidadão. Nas últimas décadas cresceu o peso da arrecadação fiscal onerando o cidadão e as empresas sem correspondente aumento da qualidade dos serviços. Cabe uma inflexão que leve à redução do custo da máquina pública.

Propostas:
1 – Conceito estratégico: Implantar uma gestão sistêmica de planejamento integrado, descentralizado e participativo, com foco nas peculiaridades do território, contemplando regiões metropolitanas e bacias hidrográficas. Ter sempre presente a ótica do desenvolvimento sustentável suportado e ajustado aos recursos naturais limitados visando alcançar convergência e integração crescentes das diversas políticas públicas setoriais.
2 – Converter conselhos existentes em Conselhos de Desenvolvimento Regional Sustentável de composição plural por bacias hidrográficas e regiões metropolitanas, integrando todos os órgãos públicos e as expressões da sociedade organizada para a formulação e execução dos planos.
3 – Promover a gestão e soluções integradas nas regiões metropolitanas tendo como prioridade a busca das soluções para o abastecimento de alimentos, saneamento, drenagem urbana, uso do solo, gestão dos resíduos sólidos, transporte público, protegendo da ocupação irregular as áreas de mananciais e as áreas de risco geotécnico e enchentes.
4 – Promover políticas de apoio às vocações regionais: agricultura familiar, formas de agronegócio sustentáveis visando a segurança alimentar.
5 – Aplicar e monitorar as diretrizes estabelecidas nos objetivos de sustentabilidade do milênio a serem aprovados pela Organização das Nações Unidas- ONU como metas mínimas a alcançar.
6 – Implementar os instrumentos da Política Estadual de Mudanças Climáticas -PEMC, com ações concretas em todos os órgãos públicos e o estabelecimento de metas específicas em cada setor da economia para o alcance da meta estadual estabelecida na lei.
7 – Fortalecer o sistema integrado de gestão dos recursos hídricos, inclusive com o aporte de recursos orçamentários que permitam a execução das ações previstas no Plano Estadual de Recursos Hídricos, integrado ao planejamento regional para atingir as soluções compartilhadas nos conflitos pelo uso múltiplo da água com plano de disponibilidade hídrica  adequado a cada região.
8 – Promover o compromisso do Estado de São Paulo com o desenvolvimento e a sustentabilidade financeira dos governos locais, possibilitando a ampliação das receitas dos municípios, descentralizando as ações e os recursos financeiros, de acordo com Planos de Desenvolvimento Regional. Elaboração de estratégias e ações que contemplem a descentralização dos recursos apropriados pela esfera federal.
9-  Promover e fortalecer a organização dos municípios em consórcios intermunicipais para favorecer o enfrentamento de problemas, aproveitando sinergias e ganhos de escala e logística
10 – Estruturar políticas, com suporte técnico interno na máquina pública, consultorias  e ouvindo a sociedade para uma ampla desburocratização visando um Estado eficiente na administração e prestação dos serviços à sociedade
11- Promover uma revisão e, em alguns casos, uma consolidação da legislação e respectiva regulamentação existentes, buscando melhor uso e acesso das mesmas, anulando os aspectos que obstaculizam o bem-estar e o desenvolvimento sustentável. Em especial desburocratizando as iniciativas criativas e atividades que possam gerar renda, ganho ambiental e econômico e introduzir a inovação tecnológica e de gestão.
12 – Ampliar os mecanismos de controle da transparência e responsabilidade fiscal  com monitoramento da relação entre as propostas elaboradas, os recursos disponíveis e os resultados à sociedade, por meio de rigoroso acompanhamento da execução orçamentária e seu resultado final.
13 – Adequação administrativa do governo do estado com redução dos órgãos e cargos de confiança, definindo requisitos técnicos para a nomeação. Promover para atividades cabíveis o “trabalho em casa” em determinados dias da semana.
14 – Implantar um sistema de indicadores e acompanhamento de metas de gestão com base nas propostas de governo feitas na campanha eleitoral. Isso contribuirá para otimizar e dar foco para ações integradas da máquina do Estado, tornando-a mais eficiente, rápida, transparente e menos dispendiosa. Além disso, permitirá maior continuidade administrativa sem abandono de projetos e ações dos governos anteriores.
15 – Avaliar e valorizar continuamente as funções e papéis de órgãos de controle: ouvidorias e controladorias, nos órgãos da administração pública, aperfeiçoando os sistemas informatizados de controle interno e a realização de auditorias externas permanentes por amostragem em processos administrativos. Considerado o acompanhamento de entidades da sociedade civil, em sintonia com as metas de gestão, sem gerar feudos de poder corporativo.
16 – Potencializar e desenvolver a transparência dos diversos fundos públicos em todos os níveis, incluindo os de pensão de funcionários de empresas estatais.
17- Oferecer apoio para viabilização da reforma tributária, equitativa, respeitando os princípios de justiça distributiva.

VII-    Fomentar a economia verde com novos negócios em fontes alternativas de energia, estimular o empreendedorismo em produtos e serviços ambientalmente amigáveis e criando empregos em novas fronteiras da tecnologia. Incentivar a modernização da economia existente, explorando as vantagens competitivas do Estado e reduzindo as dificuldades para se constituir empresas e cooperativas e em especial reduzindo o “Custo Brasil”.

Conceito:
O mundo está mostrando, com Detroit e várias outras cidades em crise urbana profunda, a necessidade de se reinventar. A metrópole paulista carrega um passivo ambiental, dependência de fontes de abastecimento distantes e urbanização predatória resultante do processo industrial acelerado dos séculos 19 e 20 e consequente crescimento desordenado. Cidades estruturadas pela mobilidade individual com base no automóvel enfrentam enormes dificuldades. O mundo também mostra exemplos inovadores. Na linha da geração de trabalho, renda e empregos na economia verde, cabe promover a preservação e a recuperação ambientais e inovação como ponto de partida para novos postos de trabalho e geração de renda. Em especial promovendo a recuperação de áreas degradadas, o reflorestamento, a logística reversa e a reciclagem, a produção de biocombustíveis e de energias limpas, o transporte e o turismo sustentável.

Propostas:
1 – Estímulos fiscais e tributários à cadeia da produção mais limpa, com destaque as atividades de reciclagem e logística reversa intensivas em utilização de mão de obra.
2 – Promover a pesquisa em ciência e tecnologia, de modo a fortalecer instituições para transferência de conhecimento e saber orientados ao desenvolvimento sustentável.  Otimizar a aplicação dos recursos para as áreas de fronteira e tendo como base as vocações e potenciais do Estado.
3 – Aplicação em conjunto com os municípios dos instrumentos da política nacional de resíduos sólidos, capacitando e valorizando às cooperativas, centrais de beneficiamento e indústrias de materiais recicláveis, buscando novas tecnologias para aumentar a produtividade da cadeia de logística reversa e a qualidade dos materiais reciclados recuperados. Promover a disseminação da digestão anaeróbia de resíduos agrícolas, de poda, fração orgânica do resíduo sólido urbano- RSU, lodo de Estação de Tratamento de Esgoto- ETE doméstica e de indústrias de alimentos e bebidas para gerar biossólido útil na adubação de lavouras e biogás para gerar eletricidade e vapor.
4 – Apoio técnico e promoção à remuneração dos pequenos produtores rurais para a recuperação de áreas de preservação permanente e de reserva legal, estabelecendo o pagamento por serviços ambientais –PSA, como forma de financiar os plantios e a preservação dos recursos hídricos e agriculturas limpa e orgânica.

VIII – Atuar diretamente e fomentando a participação da iniciativa privada na construção da infraestrutura de transporte, energia e saneamento, para criar condições para o desenvolvimento continuado com eficiência no uso de recursos naturais e de energia.

Conceito:
No mundo moderno e globalizado é fundamental criar condições propícias para o empreendedorismo e a participação da iniciativa privada, conferindo mais agilidade, inovação, gestão em geral mais eficiente, pautada pela meritocracia e menos sujeita ao nepotismo, corrupção e aparelhamento da gestão pública.

Propostas:
1 – Fortalecer e dar transparência a um Plano estadual de transporte sustentável, conferindo prioridade a  investimentos no sistema de ferrovias, dutovias e hidrovias e a integração destes modais, incluindo a promoção de parcerias público-privadas.
2 – Promover ações específicas para consolidar a recuperação e revitalização do rio Tietê da nascente à desembocadura. Promover a recuperação da várzea do Tietê e o uso do leito pelo Anel Hidroviário Metropolitano, considerando o potencial para atender ao transporte de lixo, entulho e água de reuso e outros itens de volume grande e contínuo. Buscar viabilizar também o transporte intermodal hidroviário metropolitano de cargas, produtos agrícolas e passageiros na Região Metropolitana de São Paulo.
3 – Continuar investindo de forma acelerada na ampliação da rede metroviária, trens e monotrilhos, de forma integrada à conexão com corredores de trólebus e veículos leves sobre trilhos. Adotar política semelhante em outras regiões metropolitanas em especial a adoção dos Veículos Leves sobre Trilhos – VLT e sistemas de trólebus para conectar cidades vizinhas e considerando o advento da carga de baterias nos pontos de parada, que permite prescindir da parafernália de cabos aéreos em trechos urbanos.
4 – Promover a implantação de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas e restrição progressiva à circulação de automóveis em regiões especiais das cidades como centros históricos e zonas de comércio de rua intenso. Favorecer o fluxo de pedestres e a revitalização do comércio de rua.
5 – Fortalecer equitativamente a economia solidária e o cooperativismo seguindo as diretrizes e parâmetros da Recomendação 193 da Organização Internacional do Trabalho – OIT e da Organização das Nações Unidas – ONU.
6 – Estimular e viabilizar as novas tecnologias em transporte como os veículos sobre trilhos usando levitação magnética, tração com fluxo pneumático e teleféricos para cargas.
7 – Viabilizar recursos e assessoria técnica da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – Sabesp para apoiar as autarquias e empresas municipais e a iniciativa privada visando à universalização da coleta e tratamento de esgotos domésticos até 2020.
8 – Através de parceria da indústria com a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental –  Cetesb,  assegurar o tratamento de 100 % dos efluentes industriais e fomentar o reuso de água e a reciclagem dos resíduos.
9 – Promover uma revolução na matriz energética estadual para se abandonar a dependência dos combustíveis fósseis e baseá-la em energias renováveis como hidráulica (em especial as Pequenas Centrais Hidrelétricas- PCHs), biomassa, eólica, solar, maremotriz e geotérmica com metas definidas e apoio total do Estado.
10 – Estimular a geração distribuída fotovoltaica nos edifícios próprios do estado e em construções residenciais, comerciais e industriais através de incentivos. Estimular a adoção do aquecimento solar como padrão em construções residenciais, escolas e centros esportivos e sua adoção em versões de alto desempenho por aplicações comerciais, agrícolas e industriais.
11 – Promover o transporte sustentável de modo a preponderar ou ter percentual de destaque na matriz, os modais ferroviário e hidroviário, reduzindo-se a participação do rodoviário. Estimular o uso de biocombustíveis no transporte aéreo apoiando a iniciativa da Empresa Brasileira de Aeronáutica –  Embraer e, ainda, a redução do consumo de energia e emissões em aeroportos em parceria com a iniciativa privada e o governo federal.
12 – Colaborar com o governo federal e estimular a participação público privada para reestruturar a gestão de portos e aeroportos, aumentando sua eficiência operacional.
13- Incentivar a modernização da estrutura de telecomunicações para conferir modernidade e rapidez.
14- Fortalecer a função e a autonomia das agências regulatórias.

IX – Ter a qualidade de vida como base para todas as intervenções em especial na melhoria do ambiente urbano com menos poluição atmosférica e sonora, mais áreas verdes, oportunidades para esporte, lazer e cultura.

Conceito:
Para uma estratégia de mudança social, este tema como outros, demandam uma reconceituação e exame dos fatores que levaram à crise do welfare-state (Estado de Bem Estar Social) e da clássica política de assistência social. Estudiosos consideram que  gastos sociais constituem um campo privilegiado para conter a acumulação excessiva de capital, de apropriação da renda através de tributos e taxas desiguais (onerando mais as camadas economicamente menos favorecidas) e sua distribuição por investimentos e gastos do Estado que privilegiam as camadas mais afluentes. Para mudar tal paradigma é necessário ampliar a transparência tornando visíveis às bases do “conflito distributivo” de tributos, fundos sociais, orçamentos e interesses corporativos. Permitindo maior participação da sociedade e de organizações do terceiro setor mediante parcerias. Cabe ênfase em uma estratégia de atenção à educação como forma de superação e acesso a melhores oportunidades. Fundamental também é não cair na armadilha do assistencialismo que perpetua a desigualdade e cria condições para o clientelismo político.

Propostas:
1 – Implantar políticas sociais que garantam uma renda mínima associada às estratégias de formação profissional, sintonizadas às novas demandas do mercado para favorecer a inclusão produtiva e comunitária.
2 – Continuar consolidando os valores e o princípio democrático de respeito à diversidade e às diferenças, com políticas públicas afirmativas e de inclusão voltadas aos segmentos socialmente mais frágeis. Aprofundar as políticas específicas para os negros, jovens, mulheres, Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais- LGBT e pessoas com deficiências, multiplicando-se e descentralizando-se as oportunidades, as agendas culturais, as atividades educacionais e esportivas, entre outras. Manter a pluralidade e o pacifismo na solução de conflitos.
3 – A saúde plena é uma dimensão essencial do desenvolvimento sustentável. A saúde integral demanda mais eficiência e eficácia na gestão do sistema SUS, articulando União, Estado e Municípios para: gerenciar adequadamente os recursos, com maior foco na prevenção e consequente diminuição do foco no doente e na doença e favorecendo a “humanização” do atendimento. Controle de gastos com exames médicos, combate à automedicação, cultura da cirurgia (Ex: recurso excessivo à cesarianas), engrenagem que favorece o complexo industrial-médico-farmacêutico. A prioridade deve estar na promoção da saúde, na alimentação saudável, no saneamento ambiental, na qualidade das moradias, no combate às poluições atmosférica e sonora, acesso às atividades esportivas e culturais para combater o sedentarismo, obesidade e estresse, combate intenso ao tabagismo e prevenção do alcoolismo. Em suma, atuando mais na prevenção do que na cura. O controle da saúde com ênfase no Programa Estratégia em Saúde da Família – ESF, o resgate dos fitoterápicos e das ervas medicinais neste plano, mas havendo controle adequado de procedência,  manejo, preparo e orientação no uso.
4 – Implantar uma estratégia de atenção articulada à família, crianças e jovens.

X – Promover a exploração sustentável dos recursos naturais, com recuperação de áreas degradadas pela mineração e erosão e melhoria da infraestrutura de transporte e redução do desperdício, geração de rejeitos, reuso e reciclagem de matérias-primas. Estimular o manejo de florestas e da biodiversidade, o uso racional da água e a eficiência energética.

Conceito:
Desenvolver uma estratégia paulista capitalizando a marca “Brasil Potência Verde” (1/5 de todas as espécies do planeta, 2/3 das florestas tropicais, 12% dos recursos hídricos) atuando na agenda da Convenção da Diversidade da  Biologia com políticas coerentes na diversidade biológica, biodiversidade, gestão de florestas. Potencializar as Unidades de Conservação para visitação, pesquisa, ciência, tecnologia e patentes vinculadas a este campo.

Propostas:

1 – Intensificar a criação de mais unidades de conservação (UCs) de uso integral e ampliar as existentes, incluindo áreas degradadas, erodidas e de baixo valor imobiliário, quebrando o paradigma de que apenas áreas já providas de florestas ou com relevantes cenários paisagístico, relevos exuberantes ou quedas d’ água de expressão, merecem ser protegidas através de UCs. Promover a formação de corredores ecológicos que conectem fragmentos florestais isolados da Mata Atlântica e progredir na recuperação de mata ciliar de corpos d’ água e preservação e ampliação de manguezais.
2 – Retomar a tese: planejamento e gestão por bacias hidrográficas, integrando todos os programas com interface com o ambiente físico no território da bacia, vinculando os fundos e as decisões de investimentos com base nas bacias e com avaliações anuais de acompanhamento.
3 – Promover a recomposição florestal de vegetação nativa em especial nas áreas de mananciais e de amortecimento de UCs e também os pomares agroflorestais, desburocratizando o manejo, de modo a incentivar o plantio de espécies de madeira de lei e produtoras de fármacos e essências, criando maior atratividade para o produtor rural ampliar a área florestada.
4 – Desenvolver políticas públicas em defesa da vida animal: silvestre e doméstica, inclusive com a criação de Centros de Atendimento aos Animais, como a criação de Hospitais Veterinários Públicos. Combater com rigor o tráfico de animais silvestres e de produtos de sua caça como peles e ossos, proteger a fauna através de centros de criação em cativeiro para posterior soltura e reintrodução no ambiente natural.
5 – Reavaliar os recursos naturais disponíveis, desenvolvendo um planejamento integrado, através de ferramentas como o zoneamento ecológico-econômico- ZEE e cadastro ambiental rural – CAR, em parceria com os sindicatos rurais e utilizando a rede da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral –CATI, da Secretaria de Agricultura. Fortalecer a extensão rural.
6 – Fomentar de todas as formas o uso racional da água e da eficiência energética incluindo como  exemplo os imóveis públicos e as licitações e obras do Estado, por meio de compras públicas sustentáveis.

XI – Desenvolver a atividade agropecuária e florestal na perspectiva da sustentabilidade, fortalecendo o papel de liderança na segurança alimentar nacional e mundial. Criar valor agregado aos bens via beneficiamento e industrialização. Favorecer a produção familiar (o acesso a terra), geração de renda e condições de vida no campo para fixar o homem no meio rural.

Conceito:
O setor agropecuário e florestal de São Paulo é um dos mais dinâmicos e modernos do país e cabe incorporar cada vez mais a inovação e as práticas da sustentabilidade na lide do campo, através de tecnologia moderna, agregação de valor pelo beneficiamento, industrialização da produção e ainda favorecer a qualidade de vida no campo, a propriedade familiar, via concessão de crédito acessível. É fundamental promover a conservação do solo, combate à erosão, preservação dos recursos hídricos, maior controle no uso de agrotóxicos e fertilizantes químicos, hormônios e outras substâncias que podem causar prejuízos à saúde e poluição.

Propostas:
1 – Fortalecer a agricultura familiar, agricultura orgânica e limpa, agronegócio, pomares agroflorestais, criação de gado estabulado e em pastagens melhoradas, irrigação mais eficiente poupando água, aplicações para água de reuso na irrigação e introdução de novos alimentos que tenham menor pegada hídrica e ambiental.
2 – Estabelecer com o setor sucroalcooleiro um pacto e cronograma para a recuperação de áreas de preservação ambiental e de reserva legal com absorção da mão de obra dispensada em função da mecanização da colheita da cana de açúcar e outras modalidades “ganha-ganha” pactuadas localmente. Com o mesmo setor, apoiar, usando os recursos tecnológicos das universidades estaduais e da Fapesp, projetos para produção de etanol de 2ª geração a partir de celulose e lignina da biomassa. Fomentar a produção de eletricidade e vapor em caldeiras de alta pressão e maior eficiência queimando a biomassa gerada na colheita e processamento da cana. Desenvolver soluções mais avançadas para a destinação de vinhoto e manter o esforço pela produtividade crescente da lavoura de cana.
3 – Incentivar o reflorestamento comercial para aliviar a pressão sobre as florestas nativas e como forma de recuperação de áreas degradadas e sujeitas à erosão, como fonte assegurada para combustível de biomassa e matéria-prima para a indústria moveleira.

XII – Defesa intransigente da ética, boa governança, e visibilidade do ato público e combate rigoroso à corrupção, nepotismo e outras mazelas na gestão pública brasileira

Conceito:
Para alcançar as mudanças de atitude e comportamento de um novo paradigma de sociedade, sem patrimonialismo, aparelhamento e clientelismo, se demanda uma mobilização social permanente. Criar canais para energia cidadã e o espírito de solidariedade e voluntariado  através de instrumentos para ampliar a democracia participativa, a organização da sociedade civil, o monitoramento da gestão pública, conduzindo à manifestação com opiniões, sugestões e trabalho comunitário, incentivando a  participação que não se limite ao momento do voto.

Propostas:
1 –  Inclusão digital universal, acesso a canais de intercâmbio científico, cultural e artístico, com capacitação de Organizações Não Governamentais – ONGs para acesso e análise de informações sobre a gestão pública.
2 – Reestruturação, fortalecimento e descentralização da participação popular no funcionamento dos conselhos e colegiados de representantes que sirvam de canais de mediação entre a sociedade civil e o Estado.
3 – Defesa do consumidor, com apoio à rede do PROCON com ênfase na promoção do  consumo justo e ambientalmente responsável e na melhoria da qualidade de produtos e serviços. Acesso e apoio à informação sobre produtos, aspectos e impactos ambientais, qualidade nutricional e defensoria pública adequada.
4 – Utilizar sistematicamente as sondagens de opinião e pesquisas via Internet para subsidiar a ação pública.




Verdes farão caminhada na Avenida Paulista

caminhada

Ativistas verdes de todo o estado, juntamente com os candidatos da legenda nestas eleições estarão participando de uma caminhada na Avenida Paulista , centro de São Paulo, neste próximo domingo (6).

Além do candidato à Presidência da República, Eduardo Jorge, foram confirmadas as presenças do presidente nacional da legenda, deputado José Luiz de França Penna; do candidato ao Governo de São Paulo, Gilberto Natalini e sua vice, Maria Lucia Haidar; do candidato ao Senado, Kaká Verá; dos suplentes ao Senado, Jean Nascimento e Hélio Amorim; além de vários deputados, prefeitos e vereadores do Partido Verde.

A caminhada está marcada, simbolicamente, para as 10:43h, mas a partir das 9:30h já deve começar a movimentação em volta do vão livre do Masp (próximo ao número 1578), com bandeiraços e caravanas da capital e interior.

O Evento deve marcar o início da campanha dos verdes de São Paulo que, pela quinta vez consecutiva, disputam as eleições estaduais sem coligação na majoritária e com listas completas nas proporcionais.

Serviço:

Caminhada Verde na Avenida Paulista
Data: 06/07/2014 – horário: 10:43h
Local: Avenida Paulista, 1578 (Vão livre no Masp)
Referência: Estação Trianon-Masp do Metrô (Linha Verde)

Secretaria Estadual de Comunicação
Partido Verde – São Paulo