Nesta sexta, 23/8, participe da 18ª Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas

Evento gratuito será realizado na Câmara Municipal de São Paulo

Há 18 anos acontece em São Paulo a Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas, promovido pelo vereador Gilberto Natalini, que tem como objetivos intermediar o diálogo entre cidadãos, instituições, iniciativa privada e governo, para aprofundar a discussão sobre os três pilares da sustentabilidade: ambiental, econômico e social e propor políticas públicas e legislações de caráter mais objetivo e resolutivo. Esse evento é fruto da lei de autoria do vereador Gilberto Natalini (PV), que é o proponente e presidente da Conferência.

O evento entrou para a programação da Virada Sustentável.

A programação da Conferência este ano tem como tema: Economia Verde, será aberta por uma mesa diretora, onde autoridades de diversas áreas do governo estadual e municipal e entidades da sociedade civil irão expor ações focadas nas questões de sustentabilidade. A palestra magna será ministrada pelo economista e professor Ricardo Abramovay. A programação conta com uma mesa de debate e ainda com palestras de profissionais da área acadêmica, governamental e sociedade civil. Na ocasião também será entregue o Prêmio Responsabilidade Sócio Ambiental outorgado pela Câmara Municipal de São Paulo.

Na última década, o conceito de economia verde surgiu como uma prioridade estratégica para muitos governos. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) define a economia verde como “aquela que resulta na melhoria do bem-estar humano e da igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz significativamente os riscos ambientais e as carências ecológicas”.

A Conferência P + L desse ano pretende promover um amplo debate com representantes do poder público, mercado corporativo, sociedade civil e academia sobre os caminhos necessários para transição empresarial e industrial para uma economia verde e o papel do poder público e das organizações nessa mudança.

Cenário de Iniciativas Sustentáveis

Na área de exposição, o público terá oportunidade de conhecer diversos exemplos de projetos, produtos e serviços alinhados às ? hom menos, com boas iniciativas e tecnologias promissoras em favor da preservação das áreas verdes.

Coleta de Lixo Eletrônico

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e a Gestora de Resíduos Eletroeletrônicos Nacional (Green Eletron) estarão presentes promovendo na ocasião, uma campanha para coleta de pilhas, baterias portáteis e eletroeletrônicos.

A ação é para conscientizar consumidores e empresas, já que esses resíduos não podem ser descartados no lixo comum das residências e estabelecimentos. Há leis e normas federais, estaduais e municipais que disciplinam a forma pela qual estes produtos pós-consumo precisam retornar aos fabricantes e importadores para a destinação ambientalmente correta, preferencialmente a reciclagem, por meio dos sistemas de Logística Reversa. A Federação esclarece que, nesses sistemas, a responsabilidade é dividida entre consumidores, comerciantes, distribuidores, fabricantes e importadores.
Poderão descartar pilhas, baterias portáteis, aparelhos de telefone, celulares, videogames, câmeras de foto e vídeo, impressoras, desktops, laptops, tablets, notepads, e-readers, eletroportáteis (secadores de cabelo, chapinhas, etc.) e similares. A Federação ressalta que o coletor não receberá descarte de lâmpadas e eletroeletrônicos de grande porte, como geladeira, fogão e televisor.

Mostra Ecofalante- 14h às 16h

Apresentação do filme Sustentável de Matt Wescher. É um filme sobre a terra, aqueles que nela trabalham e o que precisa ser feito para preservar o mundo para as gerações futuras.

Mais informações

Serviço

18ª Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas da Cidade de São Paulo
23 de agosto de 2019 l 8h30 às 14h
Câmara Municipal de São Paulo- Salão Nobre
Vd. Jacareí, 100- 8º andar

Mostra Ecofalante- 14h às 16h

Inscrições gratuitas – www.natalini.com.br e será fornecido certificado de participação.




Partido Verde de São Paulo realiza debate sobre o Acordo Mercosul e União Europeia

Nesta segunda-feira (19), o diretório municipal do Partido Verde de São Paulo realizou o primeiro debate do programa #RodasDoFuturo, que conta com o apoio da Fundação Verde Hebert Daniel. O tema escolhido foi o acordo entre o Mercosul e a União Europeia e contou com a presença do presidente do diretório municipal, Roberto Tripoli, e dos ex- secretários de meio ambiente, Eduardo Jorge, Fábio Feldmann e Maurício Brusadin.

Num dia simbólico para o Brasil e para a cidade de São Paulo, que enfrentou uma espécie de “trailer do amanhã”, pois em função dos incêndios que alardeiam o Brasil e a drástica mudança climática, a cidade ficou escura no meio da tarde, mesmo assim mais de 200 filiados compareçam ao evento.

Na oportunidade, foi lançado o novo portal digital do PV da cidade de São Paulo, com diversas ferramentas. O objetivo principal é transformar os filiados e simpatizantes em protagonistas das ações do partido. Os internautas podem acessar o portal no www.pvsaopaulo.org.br.

No início dos diálogos, o presidente Tripoli lembrou que após 20 anos de negociação finalmente a União Europeia e o Mercosul chegaram ao tão esperado acordo de livre-comércio.

Eduardo Jorge lembrou a todos que, mesmo com o anúncio, ainda existe um longo percurso pela frente. O acordo precisa ser ratificado pelo Parlamento Europeu e pelo Congresso Nacional de todos os países membros. Ele salientou a importância que os verdes do Brasil possuem em convencer os verdes europeus e que o “acordo é excelente para impedir os retrocessos ambientais e promover uma aliança estratégica entre europeus e latino americanos, com o objetivo de enfrentar a polarização entre EUA e China”, afirmou.

O ambientalista Fábio Feldmann relatou que o acordo é importante para “conter o avanço das mudanças climáticas, pois o novo tratado entre a União Europeia e o Mercosul conta com um capítulo destinado ao desenvolvimento sustentável, que obriga todas as partes a cumprir estritamente as condições do acordo climático de Paris”.

O ex-secretário de Meio Ambiente, Maurício Brusadin lembrou das perspectivas para geração de empregos verdes no Brasil que decorrem da aprovação do acordo. “Somos uma potência ambiental e o maior produtor de biocombustíveis do planeta. Com esse acordo poderemos gerar emprego e renda aos brasileiros através da abertura dos mercados europeus”.

Os participantes discordaram da atual política ambiental implementada pelo governo federal, e relataram que as ações do Presidente do Brasil colocam em risco a aprovação do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, e que é importante que os Verdes se esforcem para reverter os atuais retrocessos que podem impedir os avanços do acordo.

Daqui alguns dias o debate, que foi transmitido ao vivo, estará disponível na TV Verde.




PV realiza mais uma jornada nacional da marcha contra a liberação de agrotóxicos no país

A “Marcha Agrotóxico Mata”, idealizada pelo Partido Verde, movimentou centenas de pessoas em cidades e capitais do Brasil neste domingo, 18 de agosto. Na capital paulista o ato ocorreu no bairro Vila Madalena, na tradicional Feira da Vila, e contou com a presença de dirigentes e militância verde, artistas, ativistas e estudantes oriundos da capital e de cidades da Grande São Paulo. O ato contou com a presença do presidente nacional do PV, José Luiz de França Penna; e Patrícia Penna, do PV Mulher.

Dentre as cidades que realizaram ações hoje da “Marcha Agrotóxico Mata” estão Itanhaém, Santos, Araraquara, em São Paulo. No Rio de Janeiro as ações ocorreram na praia de Ipanema, em Niteroi e Petrópolis.

O cantor Dorgi, de Osasco, animou mais uma vez a atividade em São Paulo, contagiando os passantes. Os verdes também distribuíram panfletos sobre o mal causado pelos agrotóxicos.

“Foi excelente o ato organizado pelo PV de Santos. Envolvendo grupos de vários gêneros e as pessoas ao passarem pelo evento recebiam mudas de temperos orgânicos produzidos em escolas e em comércios locais”, disse Patrícia.

Até o momento, foram quase 300 produtos autorizados pelo presidente Jair Bolsonaro. Seu governo foi o que liberou o maior lote de agrotóxicos, o que significa falta de responsabilidade, uma vez que pesquisadores insistem em afirmar que o uso de pesticidas na lavoura causa sérios danos à saúde da população e causa grande mal ao meio ambiente.

“É importante as pessoas tomarem conhecimento e posição quanto a liberação dos pesticidas. Vamos às ruas quantas vezes forem necessárias para lutar por respeito à saúde humana e saúde do meio ambiente. Temos o compromisso de informar a população sobre o mal que os agrotóxicos fazem na nossa vida, na nossa mesa. Eles envenenam e prejudicam nossas terras e águas.”, enfatizou Penna, presidente nacional do PV.

O Partido Verde entrou com ação no STF para reverter os registros autorizados por Bolsonaro.

Estudo realizado pelo Instituto Butantã revela que agrotóxicos, em qualquer dosagem, trazem danos à saúde. Os pesquisadores testaram a toxicidade de 10 pesticidas utilizados no Brasil em ovas de peixe-zebra e estes, em sua maioria, nasciam mortos ou deformados.

Dentre os pesticidas testados estava o glifosato, um dos mais utilizados na agricultura. Os cientistas se surpreenderam com o resultado final, indicando que todos os agrotóxicos testados podem ser letais para os seres humanos.

Especialistas da área da saúde revelam que nos últimos dez anos a intoxicação fez mais de cinco mil vítimas e todas elas são crianças.




PV de São Paulo Convida para debater sobre acordo mercosul e União Europeia

Na segunda-feira (19/8), às 19 horas, o Diretório Municipal do Partido Verde da Cidade de São Paulo promoverá o primeiro debate aberto ao público sobre as perspectivas do acordo entre o MERCOSUL e a União Europeia. Local: Sede do PV Estadual. Avenida Nove de Julho, 3786, Jd. Paulista.

Palestrantes: Eduardo Jorge, médico sanitarista; Fábio Feldmann e Maurício Brusadin, ex-secretários de Meio Ambiente do Estado de São Paulo. A mesa será mediada pelo Presidente Municipal do PV, Roberto Tripoli.

O objetivo deste debate visa responder se diante do tão sonhado acordo comercial será possível colocar um freio na atual política ambiental promovida pelo governo federal.

Diante dos horizontes de abertura comercial, o agronegócio moderno exigirá que o governo acabe com o desmatamento ilegal e proteja a Amazônia? Diante de uma
Europa que se preocupa com a emergência climática, o acordo permitirá que o governo brasileiro incentive o uso de energias renováveis e de biocombustíveis?

Essas são algumas das questões que serão abordadas no encontro. A ideia é que o diagnóstico e o prognóstico debatido sejam parte de um documento que será enviado para os verdes europeus e latino americanos, com o objetivo de construir um canal de diálogo entre os parlamentares do parlamento europeu e dos países membros, visando estabelecer uma troca de informações que subsidiem a tomada de decisão dos Partidos Verdes de todos os países do MERCOSUL e da União Europeia, sobre o acordo MERCOSUL/UE.

Após 20 anos de negociação finalmente a União Europeia e o MERCOSUL chegaram ao tão esperado acordo de livre-comércio. Mesmo com o anúncio, ainda existe um longo percurso pela frente, pois o acordo precisa ser ratificado pelo Parlamento Europeu e pelo Congresso Nacional de todos os países membros.

Com o objetivo de conter o avanço das mudanças climáticas, o acordo entre a União Europeia e o MERCOSUL conta com um capítulo destinado ao desenvolvimento sustentável, que obriga todas as partes a cumprir estritamente as condições do acordo climático de Paris.

Nas últimas eleições para o Parlamento Europeu, o Partido Verde surpreendeu, ocupando 75 dos 751 das cadeiras, representando a quarta maior força da legislatura que vai de 2019 a 2024.

O Partido Verde brasileiro está acompanhando com um olhar crítico a atual política ambiental implementada pelo Governo Bolsonaro. O afrouxamento na fiscalização ambiental provocou a elevação do desmatamento na Amazônia. Em outra frente, o PV entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal contra a liberação de agrotóxicos.

A radical mudança da política ambiental implementada pelo governo Bolsonaro coloca em risco a aprovação do acordo comercial entre o MERCOSUL e a União Europeia. Sem reverter os atuais retrocessos, os verdes europeus prometem dificultar a aprovação do texto.




Paulista mobiliza lideranças em convenção e elege Diretório Estadual

O Partido Verde do Estado de São Paulo realizou neste sábado (10/8) sua convenção estadual para eleição do seu Diretório Estadual para o biênio 2019-2021. O evento mobilizou centenas de pessoas entre dirigentes da legenda, deputados, prefeitos, vereadores, filiados, militância e simpatizantes.

Os 78 membros do Diretório eleitos hoje (60 titulares e 18 suplentes, contemplando todas as bacias regionais) posteriormente, elegerão a Direção Executiva Estadual do PV-SP. Há 18 cargos na executiva.

De acordo com o presidente da Executiva Estadual do PV, Marcos Belizário, a eleição do Diretório Estadual está sendo em chapa única unitária e as eleições dos diretórios municipais já estão ocorrendo em todo o estado. “Estamos respeitando a orientação da Nacional e seguindo o que rege o nosso estatuto”, resumiu.

A advogada e dirigente nacional e estadual Vera Motta disse que o PV superou os 30% de representatividade feminina e isso, por si só, é motivo de muita felicidade e gratidão. Sobretudo, de um trabalho desenvolvido pelas companheiras dos municípios.

O presidente nacional do PV, José Luiz de França Penna, discorreu sobre as últimas ações do governo Bolsonaro, enfatizando as liberações criminosas dos agrotóxicos, os olhos fechados para o aumento do desmatamento da Amazônia. “O ministro do Meio Ambiente é ministro da motosserra. Nossos movimentos contra os agrotóxicos estão surtindo efeito no país e o presidente e seus ministros já estão tentando se justificar”.

O deputado estadual Reinaldo Alguz discorreu sobre ações que o PV pode fazer verdadeiramente e politicamente pelo país. “Temos um grupo forte que pode crescer muito”. Na questão ambiental destacou a ação do PV quanto à mudança do modal de transporte de cargas em São Paulo interligando através da ferrovia todo o estado com o porto de Santos e, com isso, reduzindo a poluição e o consumo de combustíveis.

Mariana Perin, dirigente do PV estadual e nacional, discorreu sobre a importância de “pensar e repensar o nosso papel na política em todos os âmbitos e, principalmente, pensar e repensar nosso papel e importância no PV”.

Ana Acilda, dirigente da executiva do PV-SP, pediu para que os homens ajudem a trazer mais mulheres para a legenda estimulando e apoiando as mulheres de seus ciclos familiares e de amigos a se envolverem na política.

Ricardo Silva, dirigente estadual, falou de respeito às pessoas e da lealdade de todos na construção e no fortalecimento do PV ao longo dos anos. “No mundo, o PV tem a oportunidade de fincar bandeira e demarcar território porque há anos levantamos a bandeira do meio ambiente e da sustentabilidade”.

O ex-deputado estadual Chico Sardelli discorreu sobre o crescimento significativo do PV no mundo em especial na Alemanha. “Temos de estar preocupados com as próximas eleições mas principalmente com as próximas gerações “.

O deputado federal do PV- SP Enrico Misasi discorreu sobre a pauta ambiental tão em destaque hoje na mídia. Citou a falta de tratamento de esgoto e da criação da frente parlamentar para tratar desse tema. “Precisamos investir em tecnologia de biocombustível. Temos de fazer um esforço constante para articular e montar chapa para 2020”.

Regina Gonçalves, dirigente do PV Diadema, sublinhou a importância de fazer políticas públicas que contemplem as necessidades básicas das pessoas como, por exemplo, o saneamento. “Falar de saneamento é falar de saúde pública. Não é à toa que estão voltando doenças que há anos não ouvíamos falar. Não é simples ser mulher e fazer política. A mulher na política sofre preconceito sim mas é preciso resistir”.

Rogério Meneses, dirigente do PV Campinas, falou sobre a retomada e a nova cara da direção do partido onde a comissão eleita está contemplada com uma diversidade de pessoas para colocar em prática o crescimento da legenda. Essas pessoas farão planos de trabalhos para ampliar a representatividade do PV no estado. Discorreu sobre a gravidade da atual agenda socioambiental brasileira no Governo Bolsonaro e citou como está sendo feita a eleição, hoje, do Conama, excluindo a sociedade civil das decisões.

O vereador da capital paulista Gilberto Natalini, falou que o PV tem obrigação de fazer tudo para combater o desmatamento. “Estão jogando por terra, derrubando criminosamente, os remanescente de Mata Atlântica no município de São Paulo. Grupos criminosos, aproveitando a inércia das autoridades municipais e estaduais, estão loteando e vendendo essas terras e isso não podemos permitir. É um prejuízo ao meio ambiente tão grave quanto o desmatamento da Amazônia”.

O médico sanitarista Eduardo Jorge, candidato presidencial do PV, membro dos diretórios estadual e nacional, foi o último a falar e abordou assuntos importantes que ainda serão temas daqui a 30 e 50 anos. “As grandes teses nacionais e internacionais são importantes, mas é importante também observarmos o que está acontecendo hoje em nossa casa partidária. Democracia e descentralização no PV são importantes para o nosso crescimento. É o que está sendo feito aqui em São Paulo pela direção estadual e agora será da responsabilidade de todos os dirigentes municipais. Nossa regra principal é cumprir o nosso estatuto e o nosso programa”.




Marcha Nacional contra os agrotóxicos leva centenas de pessoas às ruas

O Partido Verde (43) promoveu a “Marcha Agrotóxico Mata”, na tarde deste domingo (4/8), com adesão de várias cidades brasileiras. O ato contou presença de dirigentes e militantes do PV, artistas, ativistas da causa ambiental, profissionais da educação, empresários, estudantes, etc.

Em São Paulo a marcha ocorreu na Avenida Paulista, em frente ao MASP, contou com a participação de verdes da capital e de cidades da região metropolitana. A ação teve apresentação do cantor Dorgival Nazaro (voz e violão). Também marcaram presença o médico e ex-presidencial verde Eduardo Jorge; o presidente nacional do PV, José Luiz de França Penna; o porta-voz do PV Bacia seis, Carlos Marx; e o microempresário da construção civil Altonomista Bezerra,

Os participantes e ativistas distribuíram panfletos e conversaram com as pessoas.  Também fizeram uso do microfone para expressarem seus descontentamentos relacionados aos registros e a liberação de pesticidas por parte do governo federal.

Em sua fala o presidente do PV, Luiz Penna, ressaltou a importância do enfrentamento do povo brasileiro contra os agrotóxicos na mesa das pessoas. E disse ser imprescindível que o povo coloque na mesa alimentos saudáveis como os orgânicos.

Eduardo Jorge falou do uso de pesticidas mais do que o permitido em alimentos nas feiras livres. Sublinhou a importância do ato, idealizado pelo Partido Verde, para pressionar o governo Bolsonaro e, sobretudo, alertar a população.

Muitos dos agrotóxicos liberados pelo governo federal botam em risco a saúde das pessoas e coloca em risco a saúde do solo, das águas, da fauna e da flora.  Boa parte desses venenos foi abolida nas lavouras da Europa, dos Estados Unidos, da Austrália e do Canadá. Isto porque esses pesticidas atuam no desenvolvimento de células cancerígenas e compromete a saúde de pessoas, de animais e de plantas.

Pesquisadores de várias áreas do conhecimento são unânimes em afirmar que o Brasil é, hoje, o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Os agrotóxicos trazem sérias consequências, dentre elas a má formação genética, a microcefalia, problemas neurológicos, câncer, desregulação hormonal, contaminação do leite materno e óbitos. O consumo de agrotóxicos é resultado da adoção de um modelo de agricultura chamado agronegócio, que é dependente do uso de venenos.