Prefeitura identifica mais uma nascente em Capela do Alto

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Abrindo as atividades da “2ª Semana do Meio Ambiente”, o Departamento de Meio Ambiente da prefeitura de Capela do Alto, cidade adminstrada pelo Partido Verde, identificou mais uma nascente modelo do município, localizada no loteamento Central Park. O evento contou com a participação de alunos da escola “Marcílio Leite de Almeida” que puderam conhecer e visitar o local.

Durante o evento o diretor de Meio Ambiente, Mi Gomes, comentou com os alunos a importância da preservação de nossas nascentes, e lembrou que Capela do Alto, em 2013, identificou a 1ª nascente que está localizada no Portal São Francisco. O olho d’água identificado na área verde do loteamento Central Park, é a nascente do riacho que passa pela lagoa do bairro Higino Moreira.

Após a visita na nascente, os alunos puderam plantar cerca de 50 árvores no entorno do local de preservação, evitando assim a erosão que pode assorear o olho d’água. Dentre as espécies plantadas estão: pau d’alho, aroeira branca, caraíba, araça, ingá, caroba e leiteiro.

“Com essa iniciativa visamos mostrar para nossos jovens a importância da preservação da água, além de conscientiza-los que temos uma biodiversidade bem próxima da área urbana de nossa cidade e que é preciso cuidar”, disse Mi Gomes.

Fonte: Ascom Prefeitura Municipal de Capela do Alto

Secretaria Estadual de Comunicação
Partido Verde – São Paulo




Projeto de Lucena proibindo testes de laboratório em animais é aprovado na Câmara

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A Câmara dos Deputados aprovou, nessa quarta-feira (04/06), o projeto de lei que proíbe a utilização de animais em testes de laboratório para fins de cosméticos, perfumes e produtos de higiene e limpeza. O tema foi discutido no Congresso a partir do Projeto de Lei (PL) 2905/2011, uma dos primeiros projetos apresentados pelo deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP) no início do seu mandato, em 2011.

Contudo, o debate sobre o uso de animais em testes e pesquisas de cosméticos só ganhou força após o caso do Instituto Royal. Em outubro de 2013, 178 cães da raça beagle e sete coelhos usados em pesquisas foram retirados por ativistas e moradores de São Roque, no interior paulista, de uma das sedes do instituto. Outros projetos foram, então, apresentados, com o mesmo propósito, no ano passado.

Roberto de Lucena já atentava em sua proposta, em 2011, que não havia necessidade da utilização de animais para esse tipo de testes, pois há alternativas, como já ocorre em vários países: “Nos Estados Unidos e em países da Europa a comercialização de diversos produtos brasileiros não era permitida porque ainda eram testados em animais”.

A proposta aprovada, que agora segue para análise do Senado, estabelece como teto das multas para quem violar as regras para o uso de animais em ensino, testes e pesquisa, que poderão chegar a até R$ 500 mil.

“O Partido Verde, comprometido com a causa animal, e eu, autor da proposta inicial, comemoramos. Concordamos, consensualmente, com a escolha de um projeto mais novo, apresentado no ano passado somente, o de número 6602/2013, que mantinha o nosso texto integralmente e o ampliava, estabelecendo claramente escala de multas, para ganharmos tempo na discussão e podermos votar, com o apoio do governo”, conclui Roberto de Lucena.

Fonte: http://robertodelucena.com.br/
Foto: marianaplorenzo.com
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