Viaduto, pavimentação e maquinas em Varzea Paulista

Viaduto-pavimentacao-e-maquinas-em-Varzea-PaulistaO prefeito de Varzea Paulista, Juvenal Rossi (PV) assinou, nesta quinta-feira (22), convênios que, somados, chegam a casa dos R$ 3,3 milhões. As verbas serão destinadas para a obra do viaduto da Ponte Seca – R$ 2,5 milhões e R$ 350 mil para pavimentação e drenagem. O município também recebeu verbas para aquisição Retroescavadeira, construção de cobertura da quadra esportiva e aquisição de ambulância.

Segundo o prefeito, a verba é de fundamental importância para o município. “Todos esses convênios vão ajudar a nossa cidade, mas nossa grande demanda neste momento é o Viaduto da Ponte Seca”, afirma.

Para o prefeito, a obra vai mudar o cotidiano da população e de todas as pessoas que transitam na cidade diariamente. “Hoje o município tem apenas um viaduto. Se algo acontecer, a cidade pode parar. Isso tem dificultado nosso trânsito e a chegada de novas empresas”.

Fonte: Ascom Prefeitura de Várzea Paulista
Secretaria Estadual de Comunicação
Partido Verde – São Paulo




Vinhedo é a 2ª cidade da RMC em geração empregos por mil habitantes

Vinhedo-e-a-2-cidade-da-RMC-em-geracao-empregos-por-mil-habitantesCrescimento de empregos na cidade é maior do que o registrado no estado e no Brasil

Os dados do Ministério do Trabalho e Emprego do mês de abril apontam que os 596 empregos formais por mil habitantes de Vinhedo colocam a cidade na segunda posição nesse quesito no ranking da RMC – Região Metropolitana de Campinas.

Juntas, as cidades da RMC proporcionam 324 empregos formais por mil habitantes; os 645 municípios do estado de São Paulo 296 empregos formais para cada mil habitantes e os 5.570 municípios brasileiros 205 empregos formais por mil habitantes.

Segundo o prefeito de Vinhedo (Jaime Cruz) outro ponto positivo é que, com os 939 postos de trabalhos criados, de janeiro a abril deste ano, equivalente a um crescimento de 2,31%, a cidade fica à frente na taxa de crescimento regional (1,39%), estadual (1,26%) e brasileira (1,13%). Em 30/04/2014, Vinhedo totalizou 41.654 empregos formais.

Fonte: Ascom Prefeitura Municipal de Vinhedo

Secretaria Estadual de Comunicação
Partido Verde – São Paulo




Bancada do PV: desmatamentos continuam ameaçando o bioma brasileiro

desmatamentos-continuam-ameacando-o-bioma-brasileiroA Mata Atlântica é o bioma mais rico em biodiversidade do planeta. Ao todo, eram 1.300.000 km², ou cerca de 15% do território nacional, englobando 17 estados brasileiros, atingindo até o Paraguai e a Argentina. Sua área original corresponderia a uma extensão duas vezes o tamanho da França e mais de três vezes o território da Alemanha. Somado à magnitude destes números, um outro dado modifica a percepção sobre a imensidão desse bioma: nos últimos 500 anos sua floresta foi, drasticamente, reduzida.

Estes remanescentes estão cada vez mais ameaçados. O enorme e desleal ataque a legislação ambiental vigente, materializado, principalmente pela edição do novo Código Florestal, quando diversas garantias de extrema importância para a proteção do meio ambiente foram retiradas mediante a redução e flexibilização das Áreas de Preservação Permanente e da Reserva Legal, o que, junto com todo o pacote de anistias aos infratores ambientais, incentivou o aumento do desmatamento.
Infelizmente, hoje, Dia da Mata Atlântica, tivemos uma drástica confirmação deste anunciado retrocesso. A Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)  divulgaram os dados do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica no período de 2012 a 2013.

O estudo aponta desmatamento de 23.948 hectares (ha) ou 239 Km² de remanescentes florestais nos 17 Estados da Mata Atlântica, no período de 2012 a 2013. Isso significou um aumento de 9% em relação ao período anterior (2011-2012), o qual registrou o total de 21.977 ha.

Trata-se da maior taxa anual de desmatamento desde 2008, cujo registro foi de 34.313 ha. Nos últimos 28 anos, a Mata Atlântica perdeu 1.850.896 ha – 18.509 km2 – o equivalente à área de 12 cidades de São Paulo. Atualmente, restam apenas 8,5% de remanescentes florestais acima de 100 ha. Somados todos os fragmentos de floresta nativa acima de 3 ha, restam  apenas 12,5% dos 1,3 milhões de km2 originais.

Desta forma, ao solicitar das autoridades competentes as devidas providências no sentido de resguardar os remanescentes florestais da nossa Mata Atlântica, o Partido Verde vem a público, mais uma vez, para alertar e fazer um apelo, quanto à necessidade de priorização da sustentabilidade e da busca pela economia verde por parte do nosso País, em detrimento da opção pelo atraso, com sérias e irremediáveis consequências a todo o equilíbrio do planeta.

Fonte: Ascom Bancada do PV na Câmara Federal

Secretaria Estadual do Partido Verde
Partido Verde – São Paulo




Os Verdes e as eleições para o Parlamento Europeu II

globinho p

Verdes da Gringa

Notícias Verdes Planetária

Edição especial – Eleições – Parlamento Europeu 2014 – Parte II

Ano II – Nº 12 – Edição eletrônica de 28.05.2014 – Editado e Distribuído por Claudio Turtelli

Os Verdes e as eleições para o Parlamento Europeu (II)

a1As eleições na União Europeia terminaram e quatrocentos (400) milhões de pessoas tiveram oportunidade de exercer os seus direitos, escolhendo os 751 eurodeputados, em 28 Estados-Membros, que ajudarão a direcionar o destino político do continente nos próximos cinco anos.

Trinta e cinco anos depois de realizar sua primeira eleição (1979), com apenas nove países participantes, a União Europeia realizou a sua oitava eleição continental que começou na última quinta-feira, dia 22 de maio, no Reino Unido e nos Países Baixos, continuou, sexta-feira, na Irlanda e República Checa e no sábado aconteceu na Letónia, Malta, Eslováquia e República Checa. O restante dos países (20) pertencentes ao Bloco organizaram as eleições no domingo, 25 de maio.

O comparecimento de eleitores nestas eleições foi de 43,11%. É a primeira vez na história das eleições europeias, realizada desde 1979, que a participação do eleitorado não diminui. É bom lembrar que em muitos países do Bloco o voto não foi obrigatório.

Na legislatura que ocorreu entre 2009 e 2014, o Parlamento Europeu teve mais poder do que nunca. Pela primeira vez, pode decidir sobre a totalidade do orçamento da União Europeia, sobre os grandes acordos comerciais internacionais, bem como sobre a maioria da legislação do Bloco. Para legislatura 2014/2019, os poderes do Parlamento Europeu foram ampliados ainda mais.

Para efeito comparativo de desempenho das forças políticas no continente, terminada as eleições europeias, relacionamos abaixo uma quadro de como estava, em 2009, e como ficou, em 2014, o número de cadeiras no Parlamento Europeu. Outras coalizões podem ser estabelecidas antes da posse do Parlamento eleito.

a1

O novo Parlamento Europeu

A real composição dos grupos políticos que formarão o novo Parlamento Europeu será finalizada só na próxima semana, com as prováveis formações de outras coalizões. A distância entre as maiores forças políticas da UE diminuiu, mas nenhum Partido (Grupo) alcançou a maioria absoluta dos 751 assentos. O grupo conservador-cristão, (Partido Popular Europeu-PPE) perdeu muitas cadeiras, mas continua sendo o maior Grupo com 213 cadeiras, enquanto a Aliança Progressista dos Socialistas (S&D) ficará com 191.

Por outro lado, o novo Parlamento Europeu passou a ter mais representantes nos extremos, tanto na ala de direita, como de esquerda. Os grupos do centro ficaram menores, o que tornará mais trabalhoso a prática política do dia a dia e a formação de coalizões.

Grupos de direita cresceram

As facções direitistas eurocéticas e antieuropeias ficaram mais fortes e poderão formar duas bancadas robustas. Os grupos extremamente nacionalistas e xenófobos – como  a Frente Nacional (França), de Marine Le Pen, e o Partido para a Liberdade (PVV), de Geert Wilders, da Holanda – poderão se unir aos extremistas de outros Estados-membros, formando uma nova bancada com um número considerável de parlamentares.

A bancada nacionalista antieuropeia, já em atividade, da qual faz parte o UK Independence Party (Ukip) de Nigel Farage, cresceu. É bem possível que o “Movimento Cinco Estrelas”, liderado pelo antieuropeu italiano Beppe Grillo, entre para esse grupo. Somado a uma outra bancada eurocética, a Moderada, os grupos de opositores à UE e nacionalistas ficaram consideravelmente numerosos. Em caso de coalizão, podem se tornar a Terceira ou quarta maior força dentro do novo Parlamento Europeu, com um quinto de todos os eurodeputados. Mas, isso só os dias que virão dirá. Foi na França, Reino Unido e Holanda, onde os partidos estabelecidos perderam terreno considerável para essa corrente. Assim, a Frente Nacional (FN) domina entre os franceses e, na Inglaterra, o Ukip se encontra à frente do Partido Trabalhista e dos demais.

Esquerda, Liberais e Verdes

Para participar do Parlamento Europeu, cada grupo político deve ser composto, pelo menos, por 25 deputados de um mínimo de sete Estados-Membros. É sob esta premissa que as articulações para formação de novas coalizões devem começar e terminar julho, quando o novo Parlamento Europeu entrará em cena.

As cadeiras dos liberais diminuiram, enquanto a extrema esquerda aumentou suas bancadas devido ao crescimento de partidos do Sul da Europa, tais como a Coligação da Esquerda Radical (Syriza), da Grécia e da Esquerda Unida (IU), e da Espanha, que prosperaram graças à crise do Euro.

a1

O Grupo Verdes/EFA, que em 2009 elegeu 55 eurodeputados, diminuiu suas cadeiras no Parlamento Europeu, principalmente em países chaves como França e Alemanha. Da Aliança Verdes/EFA, foi exatamente do Partido Verde Europeu que sofreu maiores perdas. Elegeu 37 parlamentares, contra 47, em 2009. A EFA, elevou suas cadeiras de 7 para 12 e outros três parlamentares foram eleitos de forma independente, totalizando 52 cadeiras nas eleições de 2014. Mas, falta mesmo vai fazer o legendário “Dany le Rouge”, Daniel Conh-bendit, que se despediu da vida pública europeia e não estará entre os eurodeputados Verdes/EFA nesta legislatura.

Abaixo a tabelas com os resultados comparitivos dos Verdes/EFA referente aos períodos de 2009 e 2014, assim como, a relação dos eurodeputados eleitos pelo Partido Verde Europeu.

a1

a1