Programa do PV na TV será nesta nesta quinta-feira

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O programa eleitoral do Partido Verde irá ao ar, em nesta quinta-feira, 11 julho, em rede nacional de rádio e televisão,

Veja matéria complete no site do PV Nacional:

Programa do PV ecoa a voz das ruas, mas mostra realizações




Bancada do Partido Verde na Câmara Federal repudia espionagem planetária promovida pelo governo dos Estados unidos.

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Nota da Bancada do Partido Verde

A Bancada do Partido Verde vem manifestar seu repúdio às recentes denúncias de que os Estados Unidos estariam promovendo espionagem de cidadãos brasileiros. Se procedente tal fato, os Estados Unidos estariam se nivelando a governos de tiranos – aqueles que não respeitam o direito fundamental à privacidade. A espionagem não se justifica sobre país algum, e muito menos sobre cidadãos brasileiros. A ser verdade que os Estados Unidos praticaram tais métodos, nossa soberania estaria sendo agredida de forma violenta, de caráter inusitado. Entendemos que atos como estes não se justificam jamais. Nenhum país tem o direito de invadir a privacidade das pessoas.

O artigo 5º da nossa Constituição, cláusula pétrea, deixa bem claro que a privacidade é um bem inalienável, um princípio da democracia. Ocorre que, exatamente o país que historicamente se apresenta ao mundo como defensor dos direitos individuais, estaria lançando ao lixo tal princípio.

Igualmente, é lamentável que nações poderosas se humilhem e, docilmente, aceitem serem espionadas por outra nação. E, além de não reclamarem da invasão na vida dos seus cidadãos, aceitam, servilmente, atuarem como cães de guarda, tentando prender a pessoa que denunciou a espionagem, o ex-funcionário da CIA, Edward Snowden. Fazem isso com tamanha obsessão que quebram convenções internacionais e agridem princípios básicos da diplomacia: alguns países vetaram o espaço aéreo ao avião do presidente da Bolívia, Evo Morales em seus territórios, colocando em risco a vida de todos que viajam na aeronave, e a Áustria estabeleceu como condição para o pouso e abastecimento a exigência de vasculhá-la em busca do fugitivo. A violência aqui não foi somente contra Evo Morales, mas contra uma nação, contra um continente e contra o povo sul-americano.

A Bancada do Partido Verde se alia a todos que condenam este “Big Brother” instalado no planeta e pede uma ação enérgica do Governo brasileiro para que o esquema de espionagem de cidadãos brasileiros seja imediatamente esclarecido e que os envolvidos sejam punidos na forma da lei. Queremos que seja aberto processo investigativo para saber se houve cumplicidade de empresas estatais ou de privadas sediadas no país. Uma vez confirmado, o fato não pode se encerrar num pedido de desculpas do Governo norte-americano. Estamos no Século XXI e ações como essas são inaceitáveis.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Bancado do Partido Verde na Câmara Federal

Secretaria Estadual de Comunicação

Partido Verde – São Paulo

 




PV monta grupos de trabalho com sociólogos e dirigentes para traçar planejamento estratégico partidário

Untitled-1Aproveitando a movimentação popular sobre reforma política, Partido Verde discute pontos do seu programa para alinhar seu debate político social. Dirigentes do Partido Verde reuniram-se com sociólogos e pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas durante três dias, em Brasília, para estruturar um planejamento estratégico condizente com a proposta dos verdes e que sirva de instrumento da ecologia política com metas alinhadas às contestações sociais.

Fernando Gabeira sintetizou este sentimento ao lembrar, em sua palestra, o sociólogo catalão Manuel Castells, que previu a força das redes sociais. Disse, inclusive, que o PV deve está nas redes como parte delas, “tal como um missil inteligente capaz de mudar a trajetório conforme o alvo se desloca”.

No último final de semana, dirigentes do Partido Verde fizeram o alinhamento político de metas e compromissos verdes com suas pautas e com a sociedade, bem como o planejamento político partidário estratégico de organização interna para as próximas eleições.

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Durante os três dias de encontro, grupos de trabalho e de debates organizados entre os participantes analisaram as melhores práticas voltadas para temas nos setores de organização interna do partido, as ações de comunicação interna e externa, além da disponibilidade e destinação de seus recursos financeiros.

O Partido Verde definiu planos de ações voltados para o posicionamento partidário em relação à elaboração propostas de reformas tributária, política e do judiciário. A sugestão dada foi que o PV adote, na reforma politica, o fim do financiamento de empresa em campanha eleitoral e o quociente eleitoral como clausula de barreira, tornado a distribuição das vagas mais horizontal e democrática.

Houve também a reafirmação das pautas verdes, como cidades tolerantes inclusivas e sustentáveis, defesa intransigente da transparência, além da promoção de um pacto socioambiental e a defesa de uma nova economia focada no empreendedorismo e na economia criativa. Com o objetivo de ampliar a adesão de militantes ao Partido, também foram tomadasdecisões destinadas à formação e filiação partidária.

Ao final do encontro, o presidente do Partido Verde, o deputado José Luiz Penna (PV-SP) ressaltou a necessidade do Partido em ter candidatura própria nas próximas eleições e apresentar suas propostas de maneira clara e objetiva para a sociedade.

Fonte: Secretaria Nacional de Comunicação

Secretaria Estadual de Comunicação

Partido Verde – São Paulo

 




Roberto de Lucena mobiliza Câmara contra chumbo em Santo Amaro (BA)

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Presidido pelo deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP), o Grupo de Trabalho (GT) que estuda e debate, na Câmara dos Deputados, a questão da contaminação por chumbo em Santo Amaro da Purificação, na Bahia, reuniu-se hoje (4), pela quarta vez na Comissão de Direitos Humanos e Minorias. A população de Santo Amaro vem sofrendo, ao longo dos últimos 40 anos, com as consequências da poluição e a contaminação por chumbo (Pb) e cádmio (Cd), em nível endêmico.

Para ajudar na construção de um diagnóstico sobre a situação na cidade, também participaram da reunião os consultores legislativos Maurício Schneider, Davi Ribeiro, Cláudio Viveiros e Gisela Hathaway. “A participação dos consultores tem sido fundamental para os trabalhos do grupo visto que eles estão fazendo um levantamento das questões de meio ambiente, saúde da população atingida, direitos trabalhistas, aposentadorias e possíveis indenizações aos contaminados” disse Roberto de Lucena.

O vice-presidente nacional do Partido Verde e ex-deputado federal pela Bahia, Edson Duarte (PV), participou da reunião e ressaltou que é preciso acabar com a ideia de que a contaminação na cidade é um problema sem solução. “Além disso, precisamos saber, com urgência, se a população continua sendo contaminada já que o estrago causado no meio ambiente é algo de proporções não conhecidas”, observou sugerindo ao GT que faça um levantamento dos estudos que já foram feitos sobre os danos causados ao meio ambiente naquela região. Edson Duarte, que é ambientalista, comprometeu-se a pedir mais informações sobre essa situação de Santo Amaro ao Governo da Bahia.

Durante a reunião, o procurador da Republica Peterson de Paula Pereira ficou encarregado de identificar as iniciativas que já foram tomadas em relação ao assunto pelo Poder Publico até agora. “É preciso consolidar estas informações para que não trilhemos um caminho de ações sem resultados ou repetitivas. Não podemos ser mais um ator em tomar iniciativas em paralelo. Vamos ver com o Ministério Público local, Ministério Público Federal e Ministério Público do Trabalho o que cada um fez ou deixou de fazer. Pela dimensão do problema, acredito que algumas providências já foram tomadas”, disse.

Para o deputado, o funcionamento de um grupo de trabalho para cuidar da questão vai permitir que estudos sejam feitos com seriedade. “Vamos escrever um relatório minucioso e completo sobre a situação e exigir providências”, garantiu lembrando que o grupo irá visitar e ouvir, pessoalmente, a população de Santo Amaro da Purificação e os trabalhadores afetados. A secretária de saúde de Santo Amaro, Mayre Rocha, participou da reunião do GT, por meio de teleconferência, e adiantou que, hoje, ainda não há um levantamento do número certo de pacientes contaminados.

Em março passado, Roberto de Lucena realizou audiência pública para mostrar o drama das vítimas e destacar o descaso do poder público com a questão. Segundo dados apresentados durante a audiência, a contaminação já fez mais de três mil vítimas fatais e, ainda hoje, crianças nascem com problemas sérios de saúde. “São 940 viúvas, mães, pais de famílias e centenas de trabalhadores sofrendo com tamanha desatenção e negligência do Estado”, lembrou.

De acordo com o deputado, durante 33 anos de operação, a Companhia Brasileira de Chumbo (Cobrac), subsidiária da empresa francesa Penarroya Oxide S.A., contaminou o município do recôncavo baiano com um passivo ambiental de milhões de toneladas de rejeitos e cerca de 300 mil toneladas de escória (mistura de terra com alta concentração de chumbo).

“Os danos causados ao meio ambiente tiveram como consequência a contaminação da população santamarense, principalmente os ex-trabalhadores e moradores do entorno da fábrica, que passaram a conhecer o saturnismo, uma doença que afina os braços, paralisa as mãos, provoca dores agudas, causa impotência sexual nos homens e aborto e má formação fetal nas mulheres”, ressalta o deputado. Ele argumenta, ainda, que o excesso de metais na água e no solo também provocou outras doenças. “Já foram identificados o câncer de pulmão, a anemia, lesões renais, hipertensão arterial, doenças cerebrovasculares e alterações psicomotoras”, lamenta.

Fonte: Assessoria de imprensa do dep. Roberto de Lucena

Secretaria Estadual de Comunicação

Partido Verde – São Paulo

 




O sertão virando mar

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Por: Fernando Gabeira

Milhares de pessoas nas ruas, mais de 600 cidades em movimento, um protesto por hora: o Brasil foi sacudido pelo deslocamento de uma placa tectônica. Sob muitos aspectos, não seremos mais os mesmos.

Confesso que desejava ver manifestações de rua. Acompanhei algumas nos últimos dois anos, mas eram minúsculas e ignoradas. Sabia que o projeto do PT estava em declínio. Para mim, o partido, como energia renovadora, morreu nos primeiros anos do século. Pensava, no entanto, que só em 2018 a Nação se daria conta disso. O vigor e a diversidade das manifestações, porém, superaram minhas previsões.

Fixei-me no combate às fanfarronices do PT e não retomei os temas que desenvolvi em 2012. Um deles era a internet, uma revolução na minha atividade de jornalista. Por que não mudaria a política? Muitas pessoas que desprezam as petições online disseram que seus autores são ativistas de sofá, precisavam sair da frente do computador. Não perceberam que também os computadores trocaram o sofá pelas ruas. Em 2004, por mensagens nos celulares milhares de espanhóis se mobilizaram e mudaram o rumo das eleições.

Todos nos tornamos capazes de relatar e enviar imagens. Mas algumas empresas podem investir em obter e conferir os dados, deslocar-se para os grandes eventos. A separação entre imprensa e redes sociais é relativa, porque uma metaboliza o conteúdo das outras. Reproduzido pela imprensa, tudo o que os políticos fizeram – e não foi pouco – acabou despertando a fúria de milhões de brasileiros, que se tornaram mais poderosos com a revolução tecnológica.

E agora? Dilma foi tragada pela crise. As dificuldades econômicas tendem a se agravar e o mundo encantado do “nunca antes nesse país” foi para o espaço, seus marqueteiros estão fazendo pesquisas qualitativas na camada de ozônio.

Estamos navegando na neblina. Mas alguns contornos, para mim, estão nítidos. Na luta contra a corrupção, não é necessário acrescentar um adjetivo na lei: crime hediondo. Isso me faz lembrar os trens italianos, que não chegavam na hora, mas iam mudando o adjetivo: rápido, muito rápido, rapidíssimo. O melhor instrumento é a aplicação real da lei acesso às informações oficiais. Por que não investir nisso? Custa menos que os milhões de cada grande escândalo na era do “nunca antes”. As grandes demandas sociais poderiam ser parcialmente satisfeitas se o governo cortasse seus gastos, reduzisse ministérios, cargos de confiança, gastos com viagens, até cachê do cabeleireiro.

Em 2012 defendi a ideia de um governo inteligente, não no sentido do QI de seus ministros, mas da capacidade de usar os meios tecnológicos para baratear custos e, simultaneamente, conectar-se a grande número de pessoas. A internet não é uma panaceia, apenas um game changer: poderoso instrumento para utilizar racionalmente os recursos diante das crescentes demandas, não só de melhores serviços públicos, mas também de ampliação da democracia.

Não é tarefa fácil. Os burocratas do PT respondem ao movimento das ruas com um plebiscito, na tentativa de dar ao processo o final empolgante de uma reunião de condomínio. O objetivo do PT é controlar tudo, como já controla o processo político. Num país onde muitos eleitores não se lembram do parlamentar em quem votaram, eles querem aprofundar a distância por meio de lista fechada. Na verdade, o governo não entendeu os novos tempos simplesmente porque sua estrutura mental não o permite. É uma estrutura fortemente hierarquizada. Participar das redes sociais, para eles, significa pagar a um batalhão de idiotas para repetir slogans e escrever blogs venenosos.

Em 2010 recolhi material para demonstrar que Sérgio Cabral contratara empresas no exterior para fingir que tinha apoio entre os internautas. Eram empresas nos EUA e o texto mal traduzido denunciava que os aplausos haviam sido escritos em inglês e partiam dos mesmos lugares. Diante de um fenômeno tão rico na comunicação humana, tudo o que buscaram foi a melhor maneira de trapacear.

Na semana passada vimos a rua onde mora Cabral, no Leblon, ser ocupada por manifestantes. Ele não pôde ir ao Antiquarius, o restaurante vizinho onde tem um babador com seu nome e o escudo do Vasco da Gama. Cabral é o filhote querido de Lula, expressão local da megalomania, safadeza e dissolução da aliança que governa o País.

Embora a construção do futuro seja o principal enigma no momento, é reconfortante constatar que as mentiras foram descobertas e de súbito uma nova realidade emergiu no País. Os quase dez anos de exílio ao menos me ensinaram, como descendente de tuaregues, a atravessar o deserto com um copo de água. O oásis que projetei para 2018 acabou se aproximando. Miragem?

Compreendo os pessimistas que esperam algo pior. Estão fixados nos coelhos que os burocratas do PT podem tirar da cartola. Considero que as manifestações foram um salto de qualidade no processo democrático e vão impulsionar mudanças culturais positivas – a desmitificação do futebol como ópio do povo, por exemplo. Não há dono da verdade dentro da neblina. Mas, para mim, nasceu uma flor no asfalto, como dizia o poeta.

O processo de redemocratização, iniciado com a queda da ditadura militar, a nova Constituição, as eleições diretas, todo esse enredo que já conhecemos entra em nova fase. Mas como afirmar isso, se o Congresso ainda é presidido por Renan Calheiros e não se dissipou o clima de devastação moral e a pilhagem promovida por PT e aliados? Esta semana o presidente da Câmara, deputado Henrique Alves, levou a família num avião da FAB ao Maracanã, em plena crise. Fulminado pela transparência, devolveu uma fração da grana.

A tática é inventar palavras mágicas, projetos demagógicos, para segurar as ruas. Mas só esparramam gasolina, à espera de que alguém grite “fogo!”da próxima vez. A violência é sua última esperança de sobrevida. Não se pode cair na arapuca histórica do século passado. É possível derrotá-los com energia, paciência e até um certo humor.

Artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo em 05/07/2013

* Fernando Gabeira é jornalista, escritor e dirigente nacional do Partido Verde

Secretaria Estadual de Comunicação
Partido Verde – São Paulo




Notícias Verdes Planetária de 06-07-13

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Verdes da Gringa
Notícias Verdes Planetária
Ano I – Nº 1 – Edição eletrônica de 01 a 06.07.2013 – Editado e Distribuído por Claudio Turtelli  


 Caro Leitor

 Verdes da Gringa é uma coluna semanal com notícias verdes planetárias, liberada para publicação em todos os portais (sites) do Partido Verde em funcionamento nos estados e municípios brasileiros. Para integrar e melhor informar nossos leitores, dirigentes e ativistas, doravante publicaremos neste espaço sínteses de algumas das principais notícias envolvendo, não só os partidos verdes e seus membros, mas também todos os acontecimentos pertinentes ao ideário verde que estiverem ocorrendo no continente europeu e no mundo.

Boa leitura
Claudio Turtelli
Editor

 


  Verdes Europeus mais próximos da comunidade 

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Os Verdes europeus foram pioneiros em organizar a primeira campanha pan-europeia visando as eleições realizadas naquele continente, em 2004. Dez anos depois, novamente serão os primeiros a organizar, também na esfera continental, um processo aberto, com a realização de primárias para escolher seus dois principais candidatos que disputaram as eleições de 2014. A ideia é que toda a população europeia, e não só os filiados e dirigentes verdes, tenha a possibilidade de escolher, pelo voto direto, os dois principais candidatos da legenda que encabeçarão suas listas regionais. Em tempos de crise financeira e queda da confiança nas instituições, os verdes europeus estão demonstrando que a política pode ser diferente, participativa, interativa, democrática e, acima de tudo, divertida. Daqui, ficamos na torcida para que, um dia, esta genial ideia contamine também os verdes dos demais continentes.


Eurodeputados verdes querem congelar Acordo de Livre Comércio Transatlântico com os Estados Unidos

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Com ampla maioria de votos no plenário, o Parlamento Europeu aprovou autorização para que a Comissão das Liberdades Cívicas conduza um “inquérito aprofundado” sobre os chamados programas de vigilância dos Estados Unidos, incluindo atividades de espionagem às instituições europeias. Ficou determinado que os resultados do inquérito deverão ser apresentados até o final deste ano. Em uma outra resolução, os eurodeputados aprovaram que é necessário proporcionar a devida proteção aos denunciantes que trouxeram este tipo de informações à publico.

Além de apoiar as medidas aprovadas pelo plenário, os eurodeputados verdes querem ir além. Apresentaram uma proposta, em separado, pedindo a paralização das negociações sobre o Acordo de Livre Comércio Transatlântico, entre EUA e UE, até que as normas obrigatórias de proteção aos dados sejam garantidas. Contudo, a proposta não conseguiu maioria no plenário.

Comentando sobre a votação, Rebecca Harms, co-presidente dos Verdes no Parlamento Europeu, disse: “Pelo menos, a Comissão das Liberdades Cívicas do Parlamento Europeu agora será capaz de iniciar uma investigação abrangente. As atividades de espionagem, bem como as agências de inteligência europeias e o possível apoio a estas atividades pelos serviços secretos dos Estados Unidos tem de ser totalmente explicadas. Infelizmente, não houve maioria para aprovar o nosso pedido para suspender o início das negociações sobre o Acordo de Livre Comércio. No entanto, com a petição online ativada por nós, vamos dar aos cidadãos europeus a oportunidade de colocar a devida pressão sobre a Comissão da UE”.


 Partidos Verdes da Europa se unem para pedir asilo à Snowden

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 Os pedidos de asilo enviado à 21 países pelo denunciante norte-americano Edward Snowden, incluindo o Brasil e nove países da União Europeia, motivou a união dos partidos verdes em toda a Europa no sentido de pedir sua proteção. Na Áustria, Os Verdes (Die Gruenen) encaminharam uma petição pedindo ao governo para protege-lo, concedendo-lhe o asilo, sob o argumento que Snowden prestou “um grande serviço” à comunidade planetária.

Na Alemanha, Os Verdes (bündnis 90/Die Grünen) atestaram que as denuncias de Snowden sobre as violações de direitos básicos, cometidas pelo EUA e o Reino Unido, são de interesse vital. Eles também exigem que o governo alemão ampare o denunciante. Já os Verdes finlandeses pediram ao governo e a população local para receber o asilado, advertindo que “a maneira pela qual Snowden será tratado neste episódio, no contexto mundial, irá definir a prioridade para futuros debates e práticas de proteção de dados e liberdade de expressão no planeta.”

Na Irlanda, o Partido Verde diz que a vigilância em massa “não é compatível com a democracia.” Eles pediram que o governo irlandês tenha a devida coragem e ampare Snowden. Já o Partido Verde da Espanha, que saudou a defesa da liberdade e da democracia, pediu que o governo reconsidere a sua decisão de que os pedidos de asilo só podem ser feitos em território espanhol.

Os Verdes franceses, pediram que a França conceda asilo imediato a Snowden, observando que, em casos como esse, os denunciantes são “uma salvaguarda essencial da democracia.” Por outro lado, aqui no Brasil, o Partido Verde ainda não se manifestou sobre a negatória de asilo emitida pelo governo brasileiro.


Licença de Emissões: Verdes Europeus aprovam com ressalvas o congelamento de parte dos leilões

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Em uma semana de muita atividade, em que a Croácia foi recebida como 28º Estado-Membro da União Europeia e a Lituânia substituiu a Irlanda na Presidência do bloco, o Parlamento Europeu aprovou um plano que visa congelar parte dos leilões das licenças de emissão de gases do efeito estufa. O objetivo é impulsionar o seu preço, tornando o investimento em tecnologias limpas financeiramente mais atrativo do que a compra de créditos para compensar as emissões excessivas de CO2.

O plano, aprovado na sessão plenária do ultimo dia 3 julho, vai permitir à Comissão Europeia adiar o leilão de um número considerado de licenças de emissão nos próximos anos. Os mercados reagiram positivamente. Após a votação, o preço da licença de carbono subiu.

Reinhard Bütikofer, Co-Presidente do Partido Verde Europeu, disse que trata-se de uma medida paliativa necessária, mas não o suficiente para consertar um sistema praticamente falido. Segundo o parlamentar, o sistema de comércio de emissões na Europa precisa de uma reforma profunda e os verdes continuarão trabalhando neste sentido.


Fontes de notícias e fotos desta edição:
Parlamento Europeu, Verdes no Parlamento Europeu, Verdes Europeus, Die Gruenen, bündnis 90/Die Grünen.


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Operação “Cata Bagulho” tem programação ampliada em Itapevi

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Em uma ação que busca uma sociedade sustentável, a Secretaria do Meio Ambiente de Itapevi tem ampliado as atividades da “Operação Cata Bagulho” no município. Um cronograma específico foi elaborado para atender aos bairros de Itapevi a cada semana do mês. O objetivo é evitar que materiais descartáveis, que podem ser reciclados, fiquem acumulados em terrenos baldios, calçadas, margens, leitos de rios e córregos da cidade.

Entre os materiais em desuso que são coletados estão sofás, colchões, camas, pneus, geladeiras, armários e fogões que após serem recolhidos são separados por tipo e repassados à Cooperativa de Catadores de Material Reciclável, que encaminha às empresas de reciclagem. Vale ressaltar que restos de obras de construções (entulho) não são recolhidos pelos agentes.

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Diariamente, dezenas de pessoas trabalham separando o material reciclável em um galpão alugado pela Prefeitura, que recebe materiais coletados em setores do poder público e empresas privadas. De acordo com a pasta, parte dos pneus recolhidos é utilizada por algumas empresas para artesanato e recapeamento, e itens como madeira também são destinados para produção de biomassa.

A Operação Cata Bagulho visa incentivar a população a estabelecer medidas de proteção ao meio ambiente, bem como a prevenção de enchentes e infestação de insetos e roedores. “Muitas vezes, esses materiais são despejados em terrenos baldios ou em beira de rios e córregos da cidade, favorecendo o aparecimento de ratos e causando inundações. Com esta ação, vamos estimular a destinação correta desses materiais”, destaca o secretário do Meio Ambiente, Evangelista Azevedo Limas (PV).

Fonte: Assessoria de imprensa – Prefeitura Municipal de Itapevi

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JUNHO DE 2013: O BRASIL RENASCE

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Por: Aspásia Camargo

Quarenta e cinco anos depois da eclosão do movimento de maio de 1968, na França, coube ao Brasil reeditar o mesmo processo, cujo desdobramento será maior do que se imagina. Como em 68, o movimento espontâneo e sem lideranças conhecidas impôs ao país uma agenda ampla e difusa, em nome de forças represadas e de uma insatisfação geral bem maior do que as razões imediatas que provocaram o protesto.

Em Paris, o inimigo foi a ordem imutável do General De Gaule, que foi varrida junto com uma sociedade industrial em final de ciclo. Aqui, o vilão é o que restou da democracia de 1988, que parece uma sombra de si mesma e do que prometeu aos brasileiros – uma democracia precocemente envelhecida, agora, no banco dos réus.

Temos ainda um centralismo herdado do Regime Militar e do Estado Novo, que perpetua um poder executivo discricionário e desregrado, herdeiro do velho patrimonialismo com prazo de validade vencido. Uma de suas arbitrariedades é mandar no Orçamento, peça básica da democracia desde que a Inglaterra inventou o parlamento.

Tal como em 1968, foi também o movimento estudantil o estopim do protesto, por ser ele difuso, independente e, portanto, indomável, visceralmente comprometido com uma nova sociedade do conhecimento – o único, portanto, capaz de denunciar as falsas maiorias e a “paz dos túmulos”, obtida através de conluios e partilhas. A vinculação do movimento com a internet e com a educação funciona como passaporte para o futuro, em nome de uma hipermodernidade desenhada em rede.

O estopim do movimento foi o aumento das tarifas de transporte público, sintoma de uma inflação ascendente que fragiliza o governo, e que expõe as carências e mazelas do transporte de massas nas regiões metropolitanas; e o drama das cidades caóticas e desgovernadas, com seus precários serviços públicos.

O ponto central do movimento é sua animosidade contra os partidos políticos e suas deterioradas alianças. Por essa razão, a Reforma Partidária deveria ser o item número 1 da Reforma Política, dependendo apenas de uma autoreforma, a critério de cada partido e que depende apenas da vontade política de suas próprias lideranças. Se o pecado reside nas alianças, a restrição ou o disciplinamento das coligações pode ser a cura para estes males, dependendo de projeto de lei para acabar com um cartório onde se compram e vendem os partidos, criando maiorias silenciosas e silenciando as vozes críticas e oposicionistas.

Nossa combalida democracia representativa não representa os que estão em casa, nem os que estão nas ruas, e precisa incorporar a internet como ferramenta, para que os cidadāos conscientes possam opinar sobre temas de seu interesse na esfera pública, oxigenando o poder de baixo para cima através da democracia participativa que pode também ser estimulada por projetos de lei de iniciativa popular – como o da ficha limpa, por exemplo.

Existe um “mal estar da civilização” que se propaga pelo mundo diante de governos prisioneiros de lobbies, apáticos e pouco criativos. É grave o descompasso entre a classe política que nos governa e os compromissos civilizatórios que empolgam os jovens do século XXI. Adiar eternamente esses objetivos de longo prazo em nome do puro imediatismo político é alimentar o medo, a revolta, a incerteza e a desconfiança no futuro.

Os neurocientistas nos explicam que há uma plêiade de emoçôes humanas que afloram e se dramatizam em situação de crise individual ou coletiva. As instituições, por sua vez, se sustentam em conexão com necessidades vitais ligadas à religiāo, à justiça, às artes, que regulam as emoções e os valores coletivos, enquanto outras atividades, como a economia, a ciência e a técnica, trabalham para fora, buscando a racionalidade e os resultados instrumentais que atendem às necessidades humanas.

E a política? Essa deveria fazer a mediação entre as duas esferas cerebrais, a racional e a afetiva. O problema é que agora corremos o sério risco de ver que – na sua obsolescência – ela não consegue atender nem à lógica material dos resultados, nem aos valores de solidariedade e dos sentimentos que nos tornam humanos.

Os movimentos sociais, tal como nós, ou como estes que estão nas ruas, costumam produzir impurezas, como é o caso do vandalismo fascista que se manifestou à sombra de uma polícia desprovida de serviços de Inteligência e de Informação. A intransigência degenera em radicalismo e irracionalidade – de esquerda ou de direita – enquanto a cooperação e a tolerância podem construir uma nova racionalidade – e renovar as instituições.

* Aspásia Camargo é dirigente nacional do Partido Verde e deputada estadual pelo estado do Rio de Janeiro.

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Deputadas do Grupo Verde no Parlamento Europeu querem ver Belo Monte de perto

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Com uma nota oficial no site, as deputadas do Grupo Verde no Parlamento Europeu, Catherine Grèze, Eva Joly e Ulrike Lunacek, anuniciam vinda ao Brasil (de 8 a 11 Julho) para “ver de perto” as consequências que irão causar a famigerada hidroelétrica de Belo Monte.

As parlamentares europeias acreditam que a estada por aqui é uma oportunidade para reafirmar a oposição ao que denominam “a terceira maior hidrelétrica do mundo”, ao mesmo tempo em que prestarão apoio às populações afetadas. Diga-se de passagem, o questionamento dos verdes europeus em nada difere da posição do Partido Verde brasileiro e dos demais ecologistas pátrios que, há muito mais tempo, contestam a viabilidade e utilidade de Belo Monte.

No roteiro das parlamentares consta uma passagem por Brasília, outra por Belém, assim como uma visita ao local da construção da hidroelétrica Belo Monte. Está previsto também contatos com representantes dos povos indígenas, membros do governo, verdes brasileiros (não se sabe quais), entre outras autoridades.

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Projeto que transforma corais em APPs é aprovado Comissão de Agricultura

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A Comissão de Agricultura da Câmara Federal aprovou o projeto de lei do deputado Sarney Filho (PV/MA), que altera o novo Código Florestal (Lei 12.651/12), e inclui os recifes de coral entre as áreas consideradas de preservação permanente (APPs), nas quais é proibida a pesca amadora e comercial e quaisquer atividades que possam causar sua degradação ou destruição.

Segundo o parlamentar, as únicas formações relevantes de corais do Atlântico Sul estão no Brasil, mas a expansão imobiliária no litoral, o turismo predatório e a indústria estão causando severos danos aos recifes. “Além desses danos causados por ação humana direta, os corais enfrentam outra ameaça grave, denominada ‘branqueamento’, um fenômeno associado a vários estresses, especialmente o aumento das temperaturas das águas do mar causado pelo aquecimento global”, esclareceu Sarney Filho. O branqueamento severo e prolongado pode conduzir a uma mortalidade do coral em grande escala.

O projeto tramita em caráter conclusivo e também será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e de Constituição e Justiça.

Fonte: Sinal Verde – Informativo da Bancada do Partido Verde na Câmara Federal

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