Pensar antes de comer

Chico-Sardelli

Em visita a um casal de amigos recentemente, que tem um filho ainda criança, fiquei animado em ver a educação ambiental promovida pelo canal infantil Discovery Kids. Enquanto a criança assistia seu desenho favorito, no intervalo entrou um clipe bem musical do personagem Doki que me chamou a atenção pelo seu conteúdo altamente educativo, com uma linguagem simples sobre a preservação do ambiente. Destinada às crianças, a mensagem é um alerta principalmente para nós adultos. Fiquei refletindo sobre a frase final do clipe que deu para memorizar: “para cuidar da vida, para salvar o planeta, todos somos necessários”.

Penso que essas palavras devem servir de destaque para reflexão nesta semana em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente. Desde 1972 a data de 5 de junho foi escolhida para essa celebrar esse tema importante, promovendo atividades de proteção e preservação do meio ambiente, além de alertar a comunidade mundial e governos de cada país para os perigos de negligenciarmos o cuidado com a natureza.

O tema definido pelas Nações Unidas para as celebrações deste ano é: “Pensar. Comer. Conservar”, uma campanha contra o desperdício de alimentos, que procura estimular a todos a diminuir suas pegadas de carbono. De acordo com a ONU, o impacto do desperdício de comida não é apenas financeiro. Ao se tratar do meio ambiente, a perda de alimentos significa também o uso em vão de produtos químicos, como fertilizantes e pesticidas, bem como mais combustível usado para o transporte. Além disso, mais alimentos estragados resultam em maior emissão de metano — um dos gases de efeito estufa que mais contribuem para a mudança do clima. De fato, o efeito estufa do metano é 23 vezes mais potente que o CO2. Assim, a vasta quantidade de comida despejada em lixões contribui significantemente para o aquecimento global.

As informações apontam para cenários alarmantes. De acordo com a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) no mundo quase 1,3 bilhão de toneladas de comida são jogadas fora a cada ano, o que equivale a toda a produção da África Subsaariana no mesmo período. O órgão alerta que enquanto esse desperdício continua sendo registrado, uma em cada sete pessoas no mundo passa fome e mais de 20 mil crianças com menos de 5 anos morrem todos os dias por desnutrição.

A intenção da ONU é mostrar que qualquer pessoa pode adotar decisões conscientes, como a escolha de alimentos que tenham menor impacto ambiental para serem produzidos, como os orgânicos que não usam produtos químicos, e os produzidos no próprio país onde vive. Ou seja, é importante pensar antes de comer e, assim, ajudar a conservar o meio ambiente. Para salvar o nosso planeta, realmente todos somos necessários.

*** Chico Sardelli é deputado estadual pelo Partido Verde e 1º vice-presidente da Assembleia Legislativa




Frente Parlamentar Ambientalista de SP debaterá cumprimento do Código Florestal

Frente-Parlamentar-Ambientalista-de-SP

O lançamento de Grupos de Trabalho de Acompanhamento da Implementação do Código Florestal em São Paulo aconteceu no último dia 24 de maio, durante a nona edição do Viva a Mata, no Museu de Arte Moderna – MAM (Parque Ibirapuera, São Paulo).

Um dos objetivos do movimento “Cumpra-se”, encabeçado pela Fundação SOS Mata Atlântica, é inserir esses grupos de trabalho nas frentes parlamentares ambientalistas das assembleias legislativas para fazer o acompanhamento.

O deputado estadual Beto Trícoli (PV) assumiu recentemente a coordenação da Frente Parlamentar Ambientalista da Assembleia Legislativa (ALESP). O parlamentar também foi reeleito presidente da Comissão de Meio Ambiente da Alesp. “A frente, até então liderada com brilho pelo deputado Alex Manente, vai ter o objetivo de implementar o Código Florestal no estado de São Paulo , por meio de um Grupo de Trabalho (GT) que integra a frente”, explica o deputado Beto.

A frente visa ainda assegurar a discussão da agenda ambiental pelo Legislativo, bem como apoiar políticas públicas e ações governamentais e da iniciativa privada que promovam o desenvolvimento sustentável no Estado. “Temos de sensibilizar os deputados para a questão ambiental. Um grande problema é que projetos chegam com pouco tempo para serem discutidos com a sociedade civil. Queremos nos antecipar e debater no tempo certo”, afirmou Beto Trícoli.

Inicialmente, estão sendo formados grupos de trabalho nos 17 estados que tem reserva de Mata Atlântica. Até o fim do ano serão lançados mais sete grupos.

“Cumpra-se”

Na manhã de 26 de maio (domingo), representantes de diversas organizações da sociedade civil se reuniram no Viva a Mata – Encontro Nacional pela Mata Atlântica, no Parque Ibirapuera, em São Paulo, para o lançamento de um manifesto pelo cumprimento do Código Florestal Brasileiro. As organizações afirmam que “ainda que essa lei não seja a ideal, ela precisa sair do papel e ser cumprida”. Participaram da leitura as organizações: Amda (Associação Mineira de Defesa do Ambiente); Associação Ambientalista Copaíba; Associação Ecológica Força Verde; Associação Mar Brasil; Conservação Internacional (CI-Brasil); Frente Parlamentar Ambientalista; Fundação SOS Mata Atlântica; Gambá (Grupo Ambientalista da Bahia); Instituto Eco Solidário; Instituto Floresta Viva; ISA (Instituto Socioambiental); MOPEC (Movimento Popular Ecológico de Sergipe); Natureza Bela; Rede de ONGs da Mata Atlântica; Vitae Civilis e WWF.

O Viva a Mata 2013, que aconteceu entre os dias 24 e 26 de maio é uma realização da Frente Parlamentar Ambientalista de São Paulo, da Fundação SOS Mata Atlântica e da Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (ANAMMA).

Fonte: Assessoria de imprensa – Gabinete do Deputado Beto Trícoli

Secretaria Estadual de Comunicação

Partido Verde – São Paulo




Todo dia é dia de ajudar o planeta

Por: Regina Gonçalves

Houve avanços nas últimas décadas. Mas é inegável que o Brasil não pode soltar fogos nesta semana em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho. A data foi estabelecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) em 1972 e tem como principal meta a conscientização sobre a importância da preservação ambiental, tanto por iniciativas do poder público quanto da sociedade civil. Infelizmente, as ações desenvolvidas no Brasil nos 41 anos transcorridos desde que ‘nasceu’ o dia destinado a salvar o planeta, pouco repercutiram por aqui. Os ‘ataques’ em massa à natureza continuam, com desmatamentos, poluição das águas e do ar e falta de políticas eficazes na destinação final do lixo, entre outros tantos.

De quando em quando os meios de comunicação estampam em manchetes os desmatamentos, criminosos ou não, destinados a construir moradias ou ampliar as áreas do agronegócio, sobretudo na Região Amazônica, cuja floresta sempre foi chamada de ‘o pulmão do mundo’. Não se contesta que o Brasil precisa produzir mais alimentos para atender à crescente demanda mundial e gerar riquezas, mas não se pode concordar com desmatamentos quando há muita terra ociosa ou improdutiva, porque estão em áreas onde a água é escassa. Ora, nada que a irrigação não resolva, como já feito, por exemplo, em lugares do Rio Grande do Norte, hoje um dos maiores produtores de frutas do País, entre outras regiões.

O desmatamento é apenas um dos problemas que degradam o meio ambiente. A falta de saneamento básico é talvez um escândalo ainda maior quando se sabe que 8 bilhões de litros de dejetos são despejados diariamente em córregos, rios e mar de todo o Brasil, poluindo a água. Os dados levantados pelo Instituto Trata Brasil, com base no Censo do IBGE de 2010, revelam índices ainda mais alarmantes quando se avalia as 100 maiores cidades, onde vivem 77 milhões de um total de 191 milhões de pessoas: 46,2% da população têm coleta de esgoto, sendo que apenas 37,9% são tratados. Sem contar que 31 milhões de brasileiros vivem em lugares onde o esgoto corre a céu aberto, o que se torna uma ameaça constante à saúde. E estudos mostram que a cada R$ 1 investido em saneamento são economizados R$ 4, valor gasto com tratamentos de doenças causadas exatamente pela histórica falta de investimentos em saneamento básico.

 O mesmo descaso, ou falta de compromisso com saúde e meio ambiente, é observado quando o assunto é a destinação correta de resíduos sólidos. Aliás, rios e córregos que cortam as grandes cidades, principalmente, são ‘vítimas’ diárias da falta de conscientização da população sobre a importância de cuidar do lixo que vai descartar. Garrafas, latinhas, papel, sofás e pneus, entre outros resíduos, são despejados nas águas sem o menor sentimento de culpa. E ali se juntam a esgoto e produtos químicos dos mais diversos, poluindo a água, o ar e impedindo qualquer tipo de vida aquática.

A população tem sua parcela de culpa, mas o poder público também precisa ser colocado no banco dos réus. Afinal, das cerca de 240 mil toneladas de lixo descartadas diariamente no Brasil, apenas 2% são recicladas, num universo de 45% que poderiam ser reaproveitadas. Se tudo fosse reciclado, calcula-se uma economia de R$ 8 bilhões por ano. Mas essa meta é um sonho distante. Apesar dos avanços, o Dia Mundial do Meio Ambiente ainda não conseguiu conscientizar a todos de que o dia de ajudar a natureza não pode ser apenas um, mas todos os dias, para o bem da Terra e de toda a vida que depende dela.

Regina Gonçalves é deputada estadual pelo PV, líder da bancada na Assembleia Legislativa e membro efetivo das comissões de Finanças, Orçamento e Planejamento e de Educação e Cultura.




Candidato do PV em Cananéia se elege com 46,47% dos votos

Pedro-Ferreira-Dias-Filho

A eleição fora de época em Cananéia, municipio localizado no litoral sul do estado de São Paulo, foi realizada devido a cassação do prefeito eleito em outubro de 2012. O TSE convocou novas eleições para esse domingo (02) e o novo prefeito eleito de Cananeia é Pedro Ferreira Dias Filho (PV), o Pedrinho do Bar, que alcançou 46,47% dos votos. Como foi eleito vereador e presidente da câmara municipal para atual legislatura, devido a cassação, já vinha exercendo interinamente o cargo de prefeito.

Desde o inicio deste ano, foram realizadas novas eleições em 27 municípios de 11 estados federados e já foram marcados novos pleitos para o mês de julho e agosto em mais 13 cidades. No dia 7 de julho, as novas eleições ocorrerão em dez municípios: Flores de Goiás e Nazário, em Goiás; Juara e Glória D’Oeste, no Mato Grosso; Brejo da Madre de Deus, em Pernambuco; São José do Ouro, no Rio Grande do Sul; e Figueirão, Jardim, Bela Vista e Caracol, no Mato Grosso do Sul.

Até o momento, estão marcados três novos pleitos no dia 4 de agosto nos municípios de Marituba, no Pará, em Pedro Canário, no Espírito Santo, e em Ponte Serrada, em Santa Catarina.

Fonte: TSE

Secretaria Estadual de Comunicação

Partido Verde – São Paulo




Bancada do PV pede aprovação de propostas ambientais

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A bancada do Partido Verde encaminhou aos presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados a relação das proposições que os verdes gostariam que fossem apreciadas pelo Congresso Nacional. Todas já possuem parecer favorável no âmbito das comissões, encontrando-se, portanto, aptas a serem incluídas na ordem do dia das respectivas Casas Legislativas.

Nesta semana, em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente, há a expectativa de duas importantes preposições serem apreciadas pelo Plenário da Câmara: a proposta de emenda constitucional que institui o Fundo Nacional de Desenvolvimento do Semiárido e prevê suas fontes de recursos (PEC 57-B/99); e o substitutivo do deputado Penna (PV-SP) ao PL 2447/07, que institui a Política Nacional de Combate e Prevenção à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca. Ambas as propostas vêm sendo reiteradamente pautadas pelo presidente da Câmara, e agora a bancada espera que as matérias ganhem, finalmente, prioridade entre os parlamentares e sejam aprovadas pelo Plenário da Casa.

De acordo com bancada do PV, a aprovação da PEC 57-B/99 preencherá uma grande lacuna deixada pelos constituintes de 1988, que se esqueceram de oferecer à região do semiárido uma fonte permanente de receitas para alavancar seu desenvolvimento. Sendo aprovada, 2% dos impostos arrecadados pela União irão constituir esse fundo, cujos recursos serão repassados aos estados e municípios afetados sistematicamente pela seca.

Já o substitutivo do deputado Penna ao PL 2447/07, que teve como embrião o Projeto de Lei 327/07, do ex-deputado Edson Duarte (PV-BA), busca, entre outras coisas, prevenir e combater a desertificação e recuperar as áreas afetadas, e apoiar o desenvolvimento sustentável nessas áreas; instituir mecanismos de proteção, conservação e recuperação de mananciais, vegetações e solos degradados; e integrar a gestão de recursos hídricos com as ações de prevenção e combate à desertificação.

Relação das propostas ambientais que os verdes querem ver pautadas:

PEC do Cerrado e Caatinga (PEC 115/95)

Fundo para Revitalização do Rio São Francisco (PEC 524/12)

Fundo de Participação dos Estados para Terras Indígenas e Unidades de Conservação (PLP 351/02)

Incentivos Fiscais para Projetos Ambientais (PL 5974/05)

Construção Ecológica (PL 34/07)

Compensação Ambiental (PL 2915/08)

Internalização dos Custos Ambientais pelo Empreendedor na Geração de Energia Elétrica (PL 2916/08)

Inclusão dos Impactos Ambientais como Diretriz para o SNUC (PL 2917/08)

Dia Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (PLC 6/08)

Inclusão da Caatinga entre os Ecossistemas que Constituem Patrimônio Nacional (PEC32/08)

Altera Lista de Biomas Brasileiros conforme Classifcação do IBAMA (PEC 5/09)

Fonte: Renata Leite – Assessora de Imprensa Liderança do Partido Verde na Câmara dos Deputados

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Partido Verde – São Paulo




Prefeitura de Itapevi inicia obras de canalização do rio Barueri-mirim

O investimento feito em parceria com Governo Federal é da ordem de R$ 97 milhões, sendo o maior investimento da história na prevenção e combate às enchentes

Prefeitura-de-Itapevi-inicia-obras-de-canalizacao-do-rio-Barueri-mirim

Tiveram início, na última sexta-feira (24/05), as maiores ações públicas da história voltadas ao combate às enchentes em Itapevi. Tratam-se das obras de canalização de rio e córregos que percorrem o município, e que ao final dos trabalhos garantirão uma grande redução nos índices de inundações nos bairros ribeirinhos na cidade.

A primeira fase dos trabalhos é o atendimento a maior via fluvial da cidade: o rio Barueri-Mirim, que corta a região central e segue até o bairro Jardim Vitápolis. Nesse bairro foi instalado o canteiro de obras que concentrará grande parte das atividades iniciais. Nesta semana, foi iniciado o serviço de concretagem das placas que serão alocadas ao longo do leito do rio.

As placas, em formato de ‘L’, serão interligadas e adaptadas ao curso do rio. Cada forma conta com 3,5m de altura, que deve ser inserida após o processo de dragagem (escavação para aumento de profundidade) e limpeza do rio Barueri-Mirim. Somente nesse rio, serão implantadas 5 mil peças de concreto. O prefeito Jaci Tadeu acompanhou os primeiros passos desta ação e falou sobre o andamento das obras, que será o maior investimento público já feito em Itapevi.

Prefeitura-de-Itapevi-inicia-obras-de-canalizacao-do-rio-Barueri-mirim1As obras de canalização são frutos de um amplo projeto de macrodrenagem feito pela Prefeitura e que serão custeadas a partir de R$ 96,9 milhões em recursos disponibilizados pela Caixa Econômica Federal, conforme o andamento dos serviços. Trata-se de um crédito que a Prefeitura possui com instituição bancária, que paga diretamente às empresas responsáveis pelas obras, conforme elas vão avançando as etapas do projeto.

As ações – que contemplam ainda a canalização dos córregos Ribeirão do Sapiantã e Paim, bem como a implantação de três piscinões de retenção de águas e construção de passagens de veículos e pedestres – são resultados dos trabalhos realizados pela equipe técnica comandada pelo atual prefeito desde 2006, quando ainda atuava à frente da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente da Prefeitura.

“Àquela época, nossa cidade acabara de passar por uma de suas maiores inundações, quando dezenas de pessoas perderam bens materiais e tiveram de deixar suas casas. Desde então, buscamos alternativas para a questão mas, na maioria das vezes, obtínhamos recursos para obras paliativas ou de pequeno porte. Vimos que era preciso um amplo projeto que atendesse a cidade de uma forma mais completa, algo que somente está sendo possível com apoio do Governo Federal”, relembrou o prefeito Jaci Tadeu (PV).

Fonte: SECOM – Prefeitura Municipal de Itapevi

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